Imagine se 24 bibliotecas fossem instaladas diariamente no país até os próximos oito anos. O que seria considerado um sonho para as instituições de ensino é, na verdade, a conta que precisaria ser feita para atender à lei 12.244, sancionada há dois anos, que obriga todas as escolas públicas e privadas a implantarem bibliotecas até 2020. Para dar luz ao tema, o Instituto EcoFuturo em parceria com empresas privadas e organizações civis lançou recentemente a campanha Eu Quero Minha Biblioteca. A ideia é sensibilizar os candidatos e prefeitos eleitos pelas eleições municipais e, principalmente, mobilizar a população para exigir a efetividade deste direito.
Leia mais.
Mostrando postagens com marcador Artigo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Artigo. Mostrar todas as postagens
18 de out. de 2012
29 de ago. de 2012
O desenvolvimento dos meios de comunicação
Neste interessante artigo o autor Gian Danton mostra o desenvolvimento da comunicação, baseado em idéias do filósofo canadense Marshall McLuhan, desde os meios orais até a invenção da impressa.
Marcadores:
Artigo
8 de mar. de 2012
Dilemas de uma mulher (quase) moderna
Em um dia mais que especial, recebemos por meio do Ariel Lucas, ex-aluno do curso Projetos Editoriais da UNA e em breve mestre, uma entrevista dada ao Blog de Bia Saltarelli pela Aline Euzébio, especialista em projetos editoriais pela UNA, graduada em Letras, estudou Literatura feminina no século XIX e é autora do artigo “A Construção da identidade feminina nas páginas da Revista TPM.”
Nesta entrevista Aline fala sobre a mulher moderna, sua posição no Brasil e a relação entre homens e mulheres neste contexto.
Sucesso para a Aline e parabéns a todas as mulheres!
Nesta entrevista Aline fala sobre a mulher moderna, sua posição no Brasil e a relação entre homens e mulheres neste contexto.
Sucesso para a Aline e parabéns a todas as mulheres!
10 de fev. de 2012
Como se livrar da tarefa chata que você está adiando?
Procrastinação é o diferimento ou adiamento de uma ação. Para a pessoa que está procrastinando, isso pode resultar em estresse, sensação de culpa, perda de produtividade e vergonha em relação aos outros, por não cumprir com suas responsabilidades e compromissos.
Embora seja normal a todas as pessoas procrastinar ou adiar algo a fazer, quando isto está gerando mais custos pessoais que o normal é bom resolver isto. A dificuldade é criar motivação o suficiente para que a procrastinação seja vencida.
Em seu artigo Christian Barbosa, autor especializado em produtividade, colaboração e administração do tempo, dá algumas dicas.
Embora seja normal a todas as pessoas procrastinar ou adiar algo a fazer, quando isto está gerando mais custos pessoais que o normal é bom resolver isto. A dificuldade é criar motivação o suficiente para que a procrastinação seja vencida.
Em seu artigo Christian Barbosa, autor especializado em produtividade, colaboração e administração do tempo, dá algumas dicas.
9 de fev. de 2012
Ser um especialista ou um generalista, o que é melhor para seu traballho e sua carreira ?
Para resolver a complexidade no desenvolvimento (criação, definição, elaboração e produção) de um novo produto editorial, seja um livro, hot site, revista, etc, a primeira reação de muitas empresas e pessoas é criar uma equipe composta por especialistas em cada fase do desenvolvimento. Está reação baseia-se no pressuposto que especialistas são competentes em realizar cada tarefa do desenvolvimento e mais eficientes, assim espera-se que todo o desenvolvimento seja eficiente e gere um produto editorial de melhor qualidade, entretanto uma equipe com esta configuração pode gerar alguns inconvenientes.
Há algum tempo Scott Ambler escreveu um artigo sobre um perfil geral desejado para o desenvolvedor de produtos de software.
Embora o desenvolvimento de produtos de software seja uma área de conhecimento específica dentre as várias existentes - desenvolvimento de remédios, automóveis,como também de livros, revistas e outros produtos editoriais - no ambiente atual intensivo em tecnologia e em constante mudança ao qual os produtos editoriais estão envolvidos as idéias de Ambler se aplicam a um propósito geral.
Ambler disse acreditar que é necessário ir além de ser um especialista estreitamente focado e caminhar para tornar-se em mais algo mais amplo, chamado por ele de um especialista generalizante ou especialista generalista.
Assim, no contexto editorial definimos o especialista generalista como alguém que:
São razões do porque devemos preferir criar equipes especialistas generalistas:
Há algum tempo Scott Ambler escreveu um artigo sobre um perfil geral desejado para o desenvolvedor de produtos de software.
Embora o desenvolvimento de produtos de software seja uma área de conhecimento específica dentre as várias existentes - desenvolvimento de remédios, automóveis,como também de livros, revistas e outros produtos editoriais - no ambiente atual intensivo em tecnologia e em constante mudança ao qual os produtos editoriais estão envolvidos as idéias de Ambler se aplicam a um propósito geral.
Ambler disse acreditar que é necessário ir além de ser um especialista estreitamente focado e caminhar para tornar-se em mais algo mais amplo, chamado por ele de um especialista generalizante ou especialista generalista.
Assim, no contexto editorial definimos o especialista generalista como alguém que:
- Tem uma ou mais especialidades técnicas (exemplo: Diagramador, Revisor, Redator, etc)
- Tem ao menos um conhecimento geral sobre o ciclo de desenvolvimento do produto editorial.
- Tem ao menos um conhecimento geral sobre o domínio de negocio em que trabalha.
- Procura ativamente ganhar novas habilidades em suas especialidades e em outras áreas, sejam técnicas ou de negócio.
São razões do porque devemos preferir criar equipes especialistas generalistas:
- Melhorar a comunicação e colaboração
O especialista generalista é alguém com maior compreensão sobre como tudo se encaixa. Como resultado ele tem maior disposição a ouvir, trabalhar e aprender com os colegas de equipe. Por outro lado, especialistas frequentemente não tem disposição para cooperar com outras especialidades e tem dificuldade de comunicar e trabalhar com outras pessoas porque eles não tem experiência para entender as questões com as quais seus colegas de equipe estão tentando lidar.
- Menos documentação
Especialistas tendem a criar mais documentação que o necessário pois tendem a documentar tudo o que outros especialistas necessitarão para efetuar as tarefas deles. Isto implica também que a mesma informação é capturada por vários especialistas diferentes porque eles tem medo de perder alguma coisa, assim a mesma informação pode estar registrada em vários documentos diferentes. Além disto há o esforço a mais de revisar e aprovar cada versão da documentação. Um especialista generalista escreverá menos documentação que um especialista porque ele conhece mais opções de onde e como se fazer isto. A implicação é que uma equipe composta por especialistas generalistas será mais eficaz do que uma composta de especialistas.
- Menos documentação
Especialistas tendem a criar mais documentação que o necessário pois tendem a documentar tudo o que outros especialistas necessitarão para efetuar as tarefas deles. Isto implica também que a mesma informação é capturada por vários especialistas diferentes porque eles tem medo de perder alguma coisa, assim a mesma informação pode estar registrada em vários documentos diferentes. Além disto há o esforço a mais de revisar e aprovar cada versão da documentação. Um especialista generalista escreverá menos documentação que um especialista porque ele conhece mais opções de onde e como se fazer isto. A implicação é que uma equipe composta por especialistas generalistas será mais eficaz do que uma composta de especialistas.
- Melhora a flexibilidade.
Especializações forçam a equipe a pré designar tarefas para pessoas dificultando a capacidade da equipe para alocar dinamicamente tarefas quando novas circunstâncias surgirem durante o desenvolvimento.
- Menos risco
Especializações forçam as equipes a quebrar as tarefas para acomodar a especialidade de cada pessoa, resultando em tarefas de menor granularidade e mais pontos de passagem de informação entre as pessoas por meio de documentação. E a cada passagem pode haver perda desta informação na documentação e portanto aumentando o risco geral ao projeto. Os especialistas generalistas compartilham os documentos e trabalham juntos para evoluir estes documentos quando necessário, aprendendo uns com os outros como e quando fazê-los. Isso diminui o risco geral porque há menos informação sendo trabalhada, maior conhecimento do sistema entre os membros individuais da equipe e aumento das habilidades entre os membros da equipe.
- Menos pontos de estrangulamento ou gargalos
Especialistas tornam-se gargalos, reduzindo a eficiência geral da equipe quando o trabalho enfileira-se para eles. Por exemplo, um diagramador é designado para trabalhar atendendo quatro equipes de desenvolvimento de livros devido a falta de especialistas no assunto nestas equipes. Isto seria perfeitamente aceitável se as quatro equipes gerassem menos trabalho que uma pessoa suporta, mas na maioria das empresas o diagramador recebe as tarefas de uma ou mais equipes ao mesmo tempo. Assim, todo este trabalho atribuído a ele irá enfileirar-se, o que significa que as equipes precisarão esperar pelo resultado do trabalho dele para iniciar, terminar ou continuar o trabalho delas, reduzindo assim a eficiência geral de cada equipe.
Generalistas versus Especialistas Generalistas
Um especialista generalista é mais que apenas um generalista. Um generalista é uma pessoa que faz de tudo um pouco mas não é mestre em nada, entretanto um especialista generalista faz de tudo um pouco e é mestre em algumas coisas. Uma grande diferença. Uma equipe de generalistas pode facilmente hesitar na execução das suas tarefas pois ninguém tem as habilidades para terminar as coisas. Especialistas são focados em um simples assunto, sendo muito efetivos em um determinado assunto mas não em outros. Especialistas generalistas estão entre os dois extremos de serem apenas especialistas ou apenas generalistas, aproveitando os benefícios de ambos e sem sofrer dos inconvenientes de cada um.
Mas como tornar-se um Especialista Generalista ?
Quando você inicia seu primeiro emprego como profissional frequentemente incia-se como diagramador, programador flash ou redator júnior. Você começa então focado em ser o melhor neste papel e se tiver sorte sua empresa oferece a você cursos para conseguir habilidades avançadas em sua especialidade. Uma vez que você está confortável com isto é hora de expandir seus horizontes e aprender novas habilidades nos diferentes aspectos do desenvolvimento do produto editorial. Ao fazer isto, você vai de um especialista para um especialista generalista.
Enfim, não há uma solução perfeita. Aconselha-se a continuar aprendendo novas habilidades, particularmente as de alcance amplo. Ter algumas habilidades técnicas como também habilidades interpessoais. Assumir diversos papéis nos projetos e tentar trabalhar com diferentes tipos de projetos de variados domínios de negócio. Quanto mais você souber, mais valioso você se torna e isto é sempre uma boa estratégia para a carreira.
Especializações forçam a equipe a pré designar tarefas para pessoas dificultando a capacidade da equipe para alocar dinamicamente tarefas quando novas circunstâncias surgirem durante o desenvolvimento.
- Menos risco
Especializações forçam as equipes a quebrar as tarefas para acomodar a especialidade de cada pessoa, resultando em tarefas de menor granularidade e mais pontos de passagem de informação entre as pessoas por meio de documentação. E a cada passagem pode haver perda desta informação na documentação e portanto aumentando o risco geral ao projeto. Os especialistas generalistas compartilham os documentos e trabalham juntos para evoluir estes documentos quando necessário, aprendendo uns com os outros como e quando fazê-los. Isso diminui o risco geral porque há menos informação sendo trabalhada, maior conhecimento do sistema entre os membros individuais da equipe e aumento das habilidades entre os membros da equipe.
- Menos pontos de estrangulamento ou gargalos
Especialistas tornam-se gargalos, reduzindo a eficiência geral da equipe quando o trabalho enfileira-se para eles. Por exemplo, um diagramador é designado para trabalhar atendendo quatro equipes de desenvolvimento de livros devido a falta de especialistas no assunto nestas equipes. Isto seria perfeitamente aceitável se as quatro equipes gerassem menos trabalho que uma pessoa suporta, mas na maioria das empresas o diagramador recebe as tarefas de uma ou mais equipes ao mesmo tempo. Assim, todo este trabalho atribuído a ele irá enfileirar-se, o que significa que as equipes precisarão esperar pelo resultado do trabalho dele para iniciar, terminar ou continuar o trabalho delas, reduzindo assim a eficiência geral de cada equipe.
Generalistas versus Especialistas Generalistas
Um especialista generalista é mais que apenas um generalista. Um generalista é uma pessoa que faz de tudo um pouco mas não é mestre em nada, entretanto um especialista generalista faz de tudo um pouco e é mestre em algumas coisas. Uma grande diferença. Uma equipe de generalistas pode facilmente hesitar na execução das suas tarefas pois ninguém tem as habilidades para terminar as coisas. Especialistas são focados em um simples assunto, sendo muito efetivos em um determinado assunto mas não em outros. Especialistas generalistas estão entre os dois extremos de serem apenas especialistas ou apenas generalistas, aproveitando os benefícios de ambos e sem sofrer dos inconvenientes de cada um.
Mas como tornar-se um Especialista Generalista ?
Quando você inicia seu primeiro emprego como profissional frequentemente incia-se como diagramador, programador flash ou redator júnior. Você começa então focado em ser o melhor neste papel e se tiver sorte sua empresa oferece a você cursos para conseguir habilidades avançadas em sua especialidade. Uma vez que você está confortável com isto é hora de expandir seus horizontes e aprender novas habilidades nos diferentes aspectos do desenvolvimento do produto editorial. Ao fazer isto, você vai de um especialista para um especialista generalista.
Enfim, não há uma solução perfeita. Aconselha-se a continuar aprendendo novas habilidades, particularmente as de alcance amplo. Ter algumas habilidades técnicas como também habilidades interpessoais. Assumir diversos papéis nos projetos e tentar trabalhar com diferentes tipos de projetos de variados domínios de negócio. Quanto mais você souber, mais valioso você se torna e isto é sempre uma boa estratégia para a carreira.
3 de fev. de 2012
Está em discussão o anteprojeto de lei (APL) que propõe mudanças na Lei de Direitos Autorais
Segundo o Ecad - Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, Direito Autoral é um conjunto de prerrogativas conferidas por lei à pessoa física ou jurídica criadora da obra intelectual, para que ela possa gozar dos benefícios morais e intelectuais resultantes da exploração de suas criações. O Direito Autoral está regulamentado por um conjunto de normas jurídicas que visa proteger as relações entre o criador e a utilização de obras artísticas, literárias ou científicas, tais como textos, livros, pinturas, esculturas, músicas, ilustrações, projetos de arquitetura, gravuras, fotografias e etc.
Segundo o MinC, o anteprojeto de lei de Modernização da Lei de Direito Autoral (LDA), revisto na gestão da ministra da Cultura, Ana de Hollanda, encontra-se atualmente na Casa Civil da Presidência da República, depois de ter passado pelo crivo do Grupo Interministerial da Propriedade Intelectual (GIPI).
O anteprojeto (APL) foi encaminhado à Casa Civil no dia 31 de outubro e uma vez cumprida essa etapa, o documento deverá ser direcionado ao Congresso Nacional.
Durante a discussão técnica no âmbito governamental, os principais pontos abordados são: a) formas, critérios e mecanismos a serem implantados para a supervisão, por parte do MinC, das associações de gestão de direitos autorais; b) unificação do sistema de registro de obras; e c) previsão de um mecanismo extrajudicial para o controle da utilização não autorizada de obras protegidas no meio digital. O APL altera e acresce dispositivos à Lei de Direito Autoral vigente.
Segundo o MinC, o anteprojeto de lei de Modernização da Lei de Direito Autoral (LDA), revisto na gestão da ministra da Cultura, Ana de Hollanda, encontra-se atualmente na Casa Civil da Presidência da República, depois de ter passado pelo crivo do Grupo Interministerial da Propriedade Intelectual (GIPI).
O anteprojeto (APL) foi encaminhado à Casa Civil no dia 31 de outubro e uma vez cumprida essa etapa, o documento deverá ser direcionado ao Congresso Nacional.
Durante a discussão técnica no âmbito governamental, os principais pontos abordados são: a) formas, critérios e mecanismos a serem implantados para a supervisão, por parte do MinC, das associações de gestão de direitos autorais; b) unificação do sistema de registro de obras; e c) previsão de um mecanismo extrajudicial para o controle da utilização não autorizada de obras protegidas no meio digital. O APL altera e acresce dispositivos à Lei de Direito Autoral vigente.
Marcadores:
Artigo,
Mercado editorial
1 de fev. de 2012
Publicar mais cedo. Publicar frequentemente. E ouvir os seus leitores.
Peter Armstrong lançou o interessante livro Lean Publishing baseado em idéias de novas formas de trabalho e negócio seguindo o conceito Lean (enxuto) aplicada em Startups.
O conceito Lean foi desenvolvido na indústria automobilística japonesa, destacando a Toyota, e expandida para outras área de negócio. O Lean objetiva aumentar a eficiência da produção pela eliminação contínua de desperdícios. Startup é definido como um modelo de empresa jovem, embrionária, recém-criada, ou ainda em fase de constituição, implementação e organização de suas operações (o que é mais comum). Podendo até mesmo sequer ter iniciado a comercialização de seus produtos e serviços. Pode também ser uma empresa totalmente solidificada no mercado que procura um novo modelo de negócio para desenvolver e lançar um novo produto no mercado.
Abaixo estão descritas as principais idéias do autor.
Recentemente a comunidade startup foi energizada por novas idéias sobre como uma startup deve ser feita. Este pensamento originado em idéias de Steve Blank sobre Desenvolvimento de Clientes, explicou em seu livro seminal "The Four Steps to a Epifania". As idéias Steve Blank foram aplicados por Eric Ries para os problemas de criação de startups web 2.0, resultando na idéia do Lean Startup (tradução livre: Startup Enxuta).
Resumidamente, os conceitos de Desenvolvimento de cliente e do Lean Startup envolvem o lançamento do produto extremamente cedo e refazê-lo, reexecutar todas as etapas de criação/elaboração/entrega (iterar), rapidamente em resposta ao feedback dos clientes. Estas iterações seguem o ciclo OODA (observar, orientar, decidir e agir), aplicada em estreita colaboração com clientes conhecidos como "evangelistas precoces" que serão o primeiros a adotar o produto e que evangelizarão aos outros clientes.
Como escrever livros e fazer startups têm tantos paralelos, entender como as idéias de Lean Startup aplicam às Startups ajuda a compreender como o processo Lean Publishing (tradução livre: Publicação Enxuta) aplica-se a escrever e publicar livros.
A idéia é que rapidamente, às vezes mensalmente, semanalmente e até diariamente, executar repetidamente as etapas de escrita/elaboração/publicação (iterar) de um livro, gerando várias versões melhoradas.
No entanto, historicamente, tem sido extremamente difícil para iterar em curto período de tempo em se tratando de livros: as publicações são apenas segundas edições e posteriores e as edições são produzidas apenas para livros de sucesso. Tem sido muito difícil fazer iterações continuamente sobre um livro inacabado ou mal sucedido, de forma que as edições dos livros resultantes destas iterações sejam distribuídos para seus leitores.
Lean Publishing é baseado na premissa de que a incapacidade de iterar um livro é um problema histórico superado pelos ebooks e a tecnologia atual.
Ao publicar cedo você expõe suas idéias. Se ninguém se importa com elas você descobre isso o mais rápido possível, poupando-se do esforço adicional em continuar em uma direção equivocada, o que que seria desperdício. Na comunidade Startup esta idéia é chamada de "falhe rápido".
Além disso, por meio da publicação, muitas vezes você constrói uma autêntica comunidade, com seus leitores se sentindo conectados ao desenvolvimento do livro, como parte dele.
A construção de uma comunidade de leitores é essencial e não apenas para fins de marketing. Mais importante, você pode ouvi-los. Você pode pedir orientação se você não tem certeza sobre decisões importantes. Além disso, se você está escrevendo um livro de não-ficção por exemplo, isto o ajuda a ter os primeiros leitores, uma vez que o ajuda a definir o tom da publicação. Se você está simplificando demais os leitores vão dizer. Se suas explicações são incompreensíveis, os leitores vão dizer.
Estas idéias utilizadas por Peter Armstrong nos faz repensar a forma como fazemos alguns negócios na área editorial. Um idéia relacionada a aplicação do conceito Lean conjulgado com o desenvolvimento de clientes e com o uso de redes sociais, ebooks, blogs e toda a miríade tecnológica que visa aprimorar e escalar a publicação em um novo contexto.
O conceito Lean foi desenvolvido na indústria automobilística japonesa, destacando a Toyota, e expandida para outras área de negócio. O Lean objetiva aumentar a eficiência da produção pela eliminação contínua de desperdícios. Startup é definido como um modelo de empresa jovem, embrionária, recém-criada, ou ainda em fase de constituição, implementação e organização de suas operações (o que é mais comum). Podendo até mesmo sequer ter iniciado a comercialização de seus produtos e serviços. Pode também ser uma empresa totalmente solidificada no mercado que procura um novo modelo de negócio para desenvolver e lançar um novo produto no mercado.
Abaixo estão descritas as principais idéias do autor.
Recentemente a comunidade startup foi energizada por novas idéias sobre como uma startup deve ser feita. Este pensamento originado em idéias de Steve Blank sobre Desenvolvimento de Clientes, explicou em seu livro seminal "The Four Steps to a Epifania". As idéias Steve Blank foram aplicados por Eric Ries para os problemas de criação de startups web 2.0, resultando na idéia do Lean Startup (tradução livre: Startup Enxuta).
Resumidamente, os conceitos de Desenvolvimento de cliente e do Lean Startup envolvem o lançamento do produto extremamente cedo e refazê-lo, reexecutar todas as etapas de criação/elaboração/entrega (iterar), rapidamente em resposta ao feedback dos clientes. Estas iterações seguem o ciclo OODA (observar, orientar, decidir e agir), aplicada em estreita colaboração com clientes conhecidos como "evangelistas precoces" que serão o primeiros a adotar o produto e que evangelizarão aos outros clientes.
Como escrever livros e fazer startups têm tantos paralelos, entender como as idéias de Lean Startup aplicam às Startups ajuda a compreender como o processo Lean Publishing (tradução livre: Publicação Enxuta) aplica-se a escrever e publicar livros.
A idéia é que rapidamente, às vezes mensalmente, semanalmente e até diariamente, executar repetidamente as etapas de escrita/elaboração/publicação (iterar) de um livro, gerando várias versões melhoradas.
No entanto, historicamente, tem sido extremamente difícil para iterar em curto período de tempo em se tratando de livros: as publicações são apenas segundas edições e posteriores e as edições são produzidas apenas para livros de sucesso. Tem sido muito difícil fazer iterações continuamente sobre um livro inacabado ou mal sucedido, de forma que as edições dos livros resultantes destas iterações sejam distribuídos para seus leitores.
Lean Publishing é baseado na premissa de que a incapacidade de iterar um livro é um problema histórico superado pelos ebooks e a tecnologia atual.
Ao publicar cedo você expõe suas idéias. Se ninguém se importa com elas você descobre isso o mais rápido possível, poupando-se do esforço adicional em continuar em uma direção equivocada, o que que seria desperdício. Na comunidade Startup esta idéia é chamada de "falhe rápido".
Além disso, por meio da publicação, muitas vezes você constrói uma autêntica comunidade, com seus leitores se sentindo conectados ao desenvolvimento do livro, como parte dele.
A construção de uma comunidade de leitores é essencial e não apenas para fins de marketing. Mais importante, você pode ouvi-los. Você pode pedir orientação se você não tem certeza sobre decisões importantes. Além disso, se você está escrevendo um livro de não-ficção por exemplo, isto o ajuda a ter os primeiros leitores, uma vez que o ajuda a definir o tom da publicação. Se você está simplificando demais os leitores vão dizer. Se suas explicações são incompreensíveis, os leitores vão dizer.
Estas idéias utilizadas por Peter Armstrong nos faz repensar a forma como fazemos alguns negócios na área editorial. Um idéia relacionada a aplicação do conceito Lean conjulgado com o desenvolvimento de clientes e com o uso de redes sociais, ebooks, blogs e toda a miríade tecnológica que visa aprimorar e escalar a publicação em um novo contexto.
Marcadores:
Artigo,
Mercado editorial
20 de jan. de 2012
Mídias sociais: não basta estar, é preciso planejar
Em um mundo com imensa disponibilidade de informações, criar estratégias de comunicação é um excelente diferencial para entrar em sintonia com o público-alvo.
As redes sociais entraram definitivamente no cotidiano empresarial e nesse ambiente volátil e competitivo, são infinitas as oportunidades mercadológicas. Assim, a ansiedade e a pressão têm levado muitas empresas a se aventurarem nesse meio de maneira atabalhoada e o planejamento – conceito fundamental para o sucesso de qualquer empreitada – acaba em segundo plano.
Saiba mais.
As redes sociais entraram definitivamente no cotidiano empresarial e nesse ambiente volátil e competitivo, são infinitas as oportunidades mercadológicas. Assim, a ansiedade e a pressão têm levado muitas empresas a se aventurarem nesse meio de maneira atabalhoada e o planejamento – conceito fundamental para o sucesso de qualquer empreitada – acaba em segundo plano.
Saiba mais.
Marcadores:
Artigo,
Mídias Sociais,
Notícia
22 de dez. de 2011
Editoras apostam em lançamentos simultâneos
Publicado em PublishNews - 22/12/2011 - Roberta Campassi
Mais empresas lançam versão física e digital de livros ao mesmo tempo, para aproveitar o buzz da novidade e alavancar a venda de e-books
Se antes as editoras concentravam seus esforços de lançamento na edição de papel e deixavam o e-book para depois, agora já se pode dizer que elas dão atenção especial ao lançamento simultâneo das versões impressa e digital.
LeYa e Intrínseca, que anunciaram recentemente a entrada no mercado de e-books, começam a fazer os primeiros lançamentos simultâneos no início de 2012. Já a Companhia das Letras conseguiu vendas expressivas dos e-books de Steve Jobs e de As esganadas ao lançá-los junto com a versão física das obras. Editoras como Zahar e L&PM também vem experimentando a estratégia.
A iniciativa é muito bem recebida por varejistas que comercializam conteúdo digital e está embasada principalmente no raciocínio de que a venda dos e-books é impulsionada pelo buzz gerado pelo lançamento da versão impressa – por exemplo o destaque nas livrarias, as resenhas na imprensa, os eventos de lançamento etc. Como essas vendas ainda são pequenas, não há canibalização do mercado de livros físicos.
“É no lançamento do título que conseguimos a maior visibilidade, então a ideia é aproveitar essa onda e ganhar exposição, tanto no ponto de venda quanto nos e-commerces”, afirma Pascoal Soto, diretor editorial da LeYa. “O lançamento simultâneo é uma tendência mundial e nós vamos começar a fazer em breve.” A editora anunciou em novembro o lançamento dos primeiros 40 e-books e acordo para vendê-los na Livraria Cultura. O plano é iniciar 2012 com 80% do catálogo digitalizado e mais parcerias comerciais.
A Intrínseca, que na semana passada começou a vender seus primeiros 20 e-books, faz em janeiro dois lançamentos simultâneos: A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan, e Silêncio Para Jorge Oakim, editor da Intrínseca, essa é uma forma de dar mais opções aos leitores. “O nosso objetivo é facilitar a vida do leitor permitindo que ele escolha entre e-book e papel já no lançamento do livro”, afirma. , continuação da série Hush, Hush de Becca Fitzpatrick.
Para José Henrique Guimarães, presidente da distribuidora Acaiaca, que dá os primeiros passos no mercado digital, o lançamento conjunto das versões impressa e eletrônica é “um tremendo incentivo para o mercado de e-books”. Segundo ele, 25% das vendas em livraria são de títulos novos. “Oferecer as novidades em e-book dá um impulso muito grande a esse negócio”, afirma.
Duda Ernanny, presidente da Gato Sabido, plataforma de venda de livros eletrônicos e games, concorda. Na opinião do executivo, e-books de obras como Cleopatra (Zahar) e Steve Jobs foram muito beneficiados pelos lançamentos simultâneos.
No caso de Steve Jobs, o sucesso da versão eletrônica é incontestável. Com 4.834 cópias vendidas nesse formado, ele é o e-book best-seller no Brasil até agora. As esganadas, de Jô Soares, que também teve o e-book lançado junto com as cópias em papel, registra venda de 1.726. Os dois são editados pela Companhia das Letras e encabeçam a lista de mais vendidos do PublishNews há oito semanas.
Matinas Suzuki, diretor executivo da editora, afirma que o leitor de e-books quer ser o primeiro a ler e, por isso, a publicação simultânea tende a impulsionar as vendas eletrônicas. “As vendas de e-books são muito fortes das primeiras 72 horas do lançamento”, conta. É essa avidez do leitor que também favorece estratégias de pré-venda dos títulos.
Segundo Ernanny, da Gato Sabido, as pré-vendas de e-books muito aguardados costumam gerar vendas bem mais altas do que a média de transações. “O Jobs e o Jô nos ensinaram que há imensa oportunidade nesse tipo de estratégia”, afirma Suzuki.
Mariana Zahar, editora da Zahar, também aposta nos lançamentos simultâneos, algo que a empresa já faz há algum tempo e que não pretende parar. “Já temos cerca de 600 e-books, um dos maiores catálogos do país”, diz. “Mas, mesmo com lançamento simultâneo, as vendas ainda representam muito pouco, menos de 0,5%”. Ela destaca os livros Andar de bêbado e Cleópatra entre os e-books que registraram boas vendas. Estima-se que os livros eletrônicos gerem entre 0,3% e 1% da receita total de vendas de livros no Brasil.
Ivan Pinheiro Machado, editor da L&PM, conta que a editora realiza lançamentos simultâneos com frequência – fez isso, por exemplo, com Feliz por nada, best-seller de Martha Medeiros. Mas o sucesso da versão impressa, nesse caso, não ajudou muito. “E-book ainda não tem nenhum valor comercial, não passa de 0,5%. Quem fala que é mais tá mentindo”, provoca. “Nós temos 600 e-books e já investimentos uma fortuna! Só que até agora só perdemos dinheiro.” Apesar de tudo, Machado afirma que vai continuar lançando e-books, à espera do momento em que esse mercado decole.
16 de dez. de 2011
Um déficit literário na América Latina
Com a exceção do Brasil, editoras têm dificuldades em persuadir a crescente classe média a ler mais livros
Analfabetismo e pobreza já negaram o prazer da leitura a muitos latino-americanos. Esse não deveria mais ser o caso: Um quarto dos mexicanos nascidos antes de 1950 são oficialmente classificados como analfabetos, mas apenas 2% daqueles com menos de 30 anos. E menos de um terço dos latino-americanos hoje vivem abaixo da linha de pobreza, em comparação com a metade em 1990.
O mercado de jornais já está em crescimento. A circulação paga de jornais na América Latina aumentou em 5% (21% no Brasil e 16% no México) entre 2005 e 2009, de acordo com Larry Kilman da Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias. Em relação a livros, o quadro geral é mais incerto. Editoras têm lançado mais títulos novos do que nunca. As vendas no Brasil, que é o maior mercado, estão subindo. Em 5 de dezembro a Pearson do Reino Unido (dona de 50% do The Economist) anunciou a compra por sua subsidiária Penguin de 45% da Companhia das Letras.
Entre os falantes de espanhol, as coisas não andam tão bem. No México e na Argentina, o segundo e terceiro maiores mercados da América Latina, as vendas de livros estão caindo. Graças à saga “Crepúsculo” e uma série de auto-ajuda, o Grupo Santillana da Espanha, a maior editora da região, relata que suas vendas direcionadas a adolescentes têm se mantido. Mas a associação de editoras do México diz que o total de vendas no ano passado foi de 139 milhões de cópias, 12% menos do que em 2005. Nos quatro anos até 2009 as vendas de romances caíram em 39% (para 8 milhões), e de livros infantis em 42%, para 13 milhões.
A estagnação tem raízes mais profundas. Estatísticas mais divulgadas elogiam as habilidades de leitura dos latino-americanos. Testes internacionais mostram que quase metade dos alunos de escolas secundárias na região não atingem o “nível mínimo aceitável” de compreensão de textos. Uma resposta é tornar os livros mais amplamente disponíveis.
Tradicionalmente, livros são vendidos como artigos de luxo na América Latina. A Espanha tem uma livraria para cada 10.000 pessoas. Em comparação, a Argentina tem uma para cada 20.000, o Brasil uma para cada 50.000 e o México uma para cada 70.000.
A tecnologia tem se mostrado lenta em interromper esse negócio de volumes baixos e margens altas. A venda de livros na internet tem sido dificultada por níveis relativamente baixos de penetração da banda larga e serviços postais precários. Amazon (e seu e-reader Kindle) só abriu uma loja na Espanha este ano; existem planos de entrar no Chile, Argentina e Brasil. Cerca de 4.000 livros em formato e-book já estão disponíveis em português no Brasil. Hora dos editores em países de língua espanhola começarem a acordar.
Originalmente publicado em The Economist
Analfabetismo e pobreza já negaram o prazer da leitura a muitos latino-americanos. Esse não deveria mais ser o caso: Um quarto dos mexicanos nascidos antes de 1950 são oficialmente classificados como analfabetos, mas apenas 2% daqueles com menos de 30 anos. E menos de um terço dos latino-americanos hoje vivem abaixo da linha de pobreza, em comparação com a metade em 1990.
O mercado de jornais já está em crescimento. A circulação paga de jornais na América Latina aumentou em 5% (21% no Brasil e 16% no México) entre 2005 e 2009, de acordo com Larry Kilman da Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias. Em relação a livros, o quadro geral é mais incerto. Editoras têm lançado mais títulos novos do que nunca. As vendas no Brasil, que é o maior mercado, estão subindo. Em 5 de dezembro a Pearson do Reino Unido (dona de 50% do The Economist) anunciou a compra por sua subsidiária Penguin de 45% da Companhia das Letras.
Entre os falantes de espanhol, as coisas não andam tão bem. No México e na Argentina, o segundo e terceiro maiores mercados da América Latina, as vendas de livros estão caindo. Graças à saga “Crepúsculo” e uma série de auto-ajuda, o Grupo Santillana da Espanha, a maior editora da região, relata que suas vendas direcionadas a adolescentes têm se mantido. Mas a associação de editoras do México diz que o total de vendas no ano passado foi de 139 milhões de cópias, 12% menos do que em 2005. Nos quatro anos até 2009 as vendas de romances caíram em 39% (para 8 milhões), e de livros infantis em 42%, para 13 milhões.
A estagnação tem raízes mais profundas. Estatísticas mais divulgadas elogiam as habilidades de leitura dos latino-americanos. Testes internacionais mostram que quase metade dos alunos de escolas secundárias na região não atingem o “nível mínimo aceitável” de compreensão de textos. Uma resposta é tornar os livros mais amplamente disponíveis.
Tradicionalmente, livros são vendidos como artigos de luxo na América Latina. A Espanha tem uma livraria para cada 10.000 pessoas. Em comparação, a Argentina tem uma para cada 20.000, o Brasil uma para cada 50.000 e o México uma para cada 70.000.
A tecnologia tem se mostrado lenta em interromper esse negócio de volumes baixos e margens altas. A venda de livros na internet tem sido dificultada por níveis relativamente baixos de penetração da banda larga e serviços postais precários. Amazon (e seu e-reader Kindle) só abriu uma loja na Espanha este ano; existem planos de entrar no Chile, Argentina e Brasil. Cerca de 4.000 livros em formato e-book já estão disponíveis em português no Brasil. Hora dos editores em países de língua espanhola começarem a acordar.
9 de dez. de 2011
E-book gratuito: 5 passos para vender mais pela internet
Elaborado por Millor Machado do Saia do Lugar, este e-book totalmente gratis, gratuito e de graça (como dito pelo autor), apresenta uma metodologia baseada em
5 passos.
Leia mais aqui e baixe o e-book.
5 passos.
Leia mais aqui e baixe o e-book.
28 de nov. de 2011
Periódicos científicos brasileiros de Comunicação
Postado originalmente em Papel Digital V3.0 por Rodrigo Cunha
A relação das principais revistas científicas brasileiras sobre Comunicação. As publicações são classificadas através do Qualis Periódicos, organizado pela Capes em dois níveis horizontais (A e B), além do nível C, para publicações consideradas fora do perfil de um periódicos científico pela instituição.
O primeiro nível horizontal é dividido em dois níveis verticais (A1 e A2) e o segundo em 5 níveis (do B5 ao B1). No Brasil, ainda não existem revistas de Comunicação classificadas no nível A. As melhores, por enquanto, estão no estrato B1.
A relação das principais revistas científicas brasileiras sobre Comunicação. As publicações são classificadas através do Qualis Periódicos, organizado pela Capes em dois níveis horizontais (A e B), além do nível C, para publicações consideradas fora do perfil de um periódicos científico pela instituição.
O primeiro nível horizontal é dividido em dois níveis verticais (A1 e A2) e o segundo em 5 níveis (do B5 ao B1). No Brasil, ainda não existem revistas de Comunicação classificadas no nível A. As melhores, por enquanto, estão no estrato B1.
ESTRATO B1
E-COMPÓS (ISSN 1808-2599)
Associação Nacional dos Prog. de Pós-Graduação em Comunicação, Compós (Brasília)
Associação Nacional dos Prog. de Pós-Graduação em Comunicação, Compós (Brasília)
FAMECOS (ISSN 1415-0549)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social, PUCRS (Porto Alegre)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social, PUCRS (Porto Alegre)
Galáxia (ISSN 1519-311X)Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica, PUCSP (São Paulo)
Comunicação, Mídia e Consumo (ISSN 1806-4981)
Escola Superior de Propaganda e Marketing, ESPM (São Paulo)
Escola Superior de Propaganda e Marketing, ESPM (São Paulo)
Contracampo (ISSN 1414-7483)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação, UFF (Rio de Janeiro)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação, UFF (Rio de Janeiro)
MATRIZes (ISSN 1982-2073)
Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação, USP (São Paulo)
Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação, USP (São Paulo)
Intercom (ISSN 1809-5844)
Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, Intercom (São Paulo)
Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, Intercom (São Paulo)
Ghrebh (ISSN 1679-9100)Centro Interdisciplinar de Semiótica da Cultura da Mídia, CISC (São Paulo)
ESTRATO B2
Líbero (ISSN 1517-3283)
Programa de Pós-Graduação da Faculdade Cásper Líbero, Facasper (São Paulo)
Programa de Pós-Graduação da Faculdade Cásper Líbero, Facasper (São Paulo)
Eco-Pós (ISSN 0104-6160)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura, UFRJ (Rio de Janeiro)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura, UFRJ (Rio de Janeiro)
Comunicação & Sociedade (ISSN 0101-2657)
Faculdade de Comunicação, Universidade Metodista de São Paulo (São Paulo)
Faculdade de Comunicação, Universidade Metodista de São Paulo (São Paulo)
InTexto (ISSN 1807-8583)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação, UFRGS (Porto Alegre)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação, UFRGS (Porto Alegre)
Fronteiras (ISSN 1984-8226)
Universidade Vale do Rio dos Sinos, Unisinos (São Leopoldo-RS)
Universidade Vale do Rio dos Sinos, Unisinos (São Leopoldo-RS)
Alceu (ISSN 1518-8728)
Departamento de Comunicação Social, PUC-RIO (Rio de Janeiro)
Departamento de Comunicação Social, PUC-RIO (Rio de Janeiro)
Em Questão (ISSN 1807-8893)
Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, UFRGS (Porto Alegre)
Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, UFRGS (Porto Alegre)
Organicom (ISSN 1807-1236)
Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação, USP (São Paulo)
Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação, USP (São Paulo)
Brazilian Journalism Research (ISSN 1808-4079)
Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo, SBPJor (Brasília)
Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo, SBPJor (Brasília)
Intercom (ISSN 0102-6453)
Sociedade Brasileira dos Estudos Interdisciplinares da Comunicação (São Paulo)
Sociedade Brasileira dos Estudos Interdisciplinares da Comunicação (São Paulo)
Contemporanea (ISSN 1806-0269)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura, UFBA (Salvador)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura, UFBA (Salvador)
ESTRATO B3
Estudos em Jornalismo e Mídia (ISSN 1806-6496)
Programa de Pós-Graduação em Jornalismo, UFSC (Florianópolis)
Programa de Pós-Graduação em Jornalismo, UFSC (Florianópolis)
Ciberlegenda (ISSN 1519-0617)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação, UFF (Niterói-RJ)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação, UFF (Niterói-RJ)
Lumina (ISSN 1981-4070)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação, UFJF (Juiz de Fora-MG)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação, UFJF (Juiz de Fora-MG)
Logos (ISSN 0104-9933)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação, UERJ (Rio de Janeiro)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação, UERJ (Rio de Janeiro)
Revista Comunicação Midiática (ISSN 2236-8000)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Unesp (Bauru-SP)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Unesp (Bauru-SP)
ESTRATO B4
Rumores (ISSN 1982-677X)
Grupo de Estudos de Linguagens e Práticas Midiáticas, USP (São Paulo)
Grupo de Estudos de Linguagens e Práticas Midiáticas, USP (São Paulo)
Communicare (ISSN 1676-3475)
Faculdade Cásper Líbero, Facasper (São Paulo)
Faculdade Cásper Líbero, Facasper (São Paulo)
Culturas Midiáticas (ISSN 1983-5930)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação, UFPB (João Pessoa)
Programa de Pós-Graduação em Comunicação, UFPB (João Pessoa)
Revista da ESPM (ISSN 1676-1316)
Escola Superior de Propaganda e Marketing, ESPM (São Paulo)
Escola Superior de Propaganda e Marketing, ESPM (São Paulo)
ESTRATO B5
Contemporânea (ISSN 1806-0498)
Grupo de Pesquisa Comunicação, Arte e Cidade, UERJ (Rio de Janeiro)
Grupo de Pesquisa Comunicação, Arte e Cidade, UERJ (Rio de Janeiro)
Verso e Reverso (ISSN 1806-6925)
Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Unisinos (São Leopoldo-RS)
Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Unisinos (São Leopoldo-RS)
Anagrama (ISSN 1982-1689)
Grupo de Pesquisa de Linguagem: Práticas Midiáticas, USP (São Paulo)
Grupo de Pesquisa de Linguagem: Práticas Midiáticas, USP (São Paulo)
Marcadores:
Artigo
27 de nov. de 2011
Como definir um livro para publicar
Publicado originalmente em Administradores
Esta é a mais importante decisão estratégica de uma editora. As editoras são segmentadas por linhas editorias, como Romances, Negócios, Autoajuda, Medicina, Infantis, Universitários, Esotéricos, Religiosos, entre muitas outras.
Dentro dessa segmentação, há ainda algumas subclassificações, como, por exemplo, Universitários, que podem ser livros de Economia e Administração ou Engenharia. Religiosos que podem se subdividir em católicos, evangélicos, espíritas, entre outros.
As editoras buscam prioritariamente publicar textos para suas linhas editoriais específicas. Algumas editoras investem em diversas linhas editorias, e sempre compatíveis com um público-alvo que se objetiva atingir.
Na M.Books, por exemplo, publicamos Marketing, Recursos Humanos, com um foco em Liderança e Emprego, Nutrição e Saúde, e alguns livros de Guerras e Batalhas. Todas essas linhas dentro de um foco muito estreito, privilegiando temas inovadores e importantes ou autores reconhecidos nacional ou internacionalmente.
Neste momento, para verem seus livros publicados, há uma exigência grande para que os autores tenham currículos muito bons e compatíveis com os temas sobre os quais escrevem.
O sistema de captação dos originais para avaliação e publicação varia de editora para editora. Quanto às traduções são textos publicados por editoras internacionais que editoras brasileiras contratam para publicação em português para o mercado do Brasil e, em alguns casos, para o mercado de Portugal e dos países de língua portuguesa.
Normalmente, as editoras trabalham com um planejamento editorial com doze meses de antecedência, ou seja, o projeto editorial deve ter livros comprometidos e contratados para doze meses de publicações.
Muitas vezes, ocorre de aparecer alguns textos novos que são considerados importantes ou estratégicos, que são encaixados na programação, e publicados normalmente.
Algumas editoras, mesmo tendo linhas editoriais definidas, muitas vezes, publicam por conveniência própria livros de outras áreas.
Ultimamente, isso tem se reduzido sobretudo em virtude do momento pelo qual passa o mercado de livros, levando-se em consideração o advento do e-book.
Não são tempos para se correr riscos.
Outro dado atual é a redução da publicação mensal de livros.
Um amigo de outra editora, que publica quinze livros por mês, confessou que irá reduzir para dez no próximo ano. Irá reestruturar internamente, investir forte em marketing e distribuição, e trabalhar com novos números e objetivos. Sugeri a ele que invista forte no gerenciamento de caixa e na rotatividade do estoque.
Estamos vivendo um tempo em que é preciso gerenciar o negócio com os olhos voltados para a janela, para acompanhar o mercado, mas com uma visão estratégica voltada para dentro da empresa.
Em tempos de mudanças, muitas das soluções podem ser encontradas no gerenciamento operacional e interno.
Esta é a mais importante decisão estratégica de uma editora. As editoras são segmentadas por linhas editorias, como Romances, Negócios, Autoajuda, Medicina, Infantis, Universitários, Esotéricos, Religiosos, entre muitas outras.
Dentro dessa segmentação, há ainda algumas subclassificações, como, por exemplo, Universitários, que podem ser livros de Economia e Administração ou Engenharia. Religiosos que podem se subdividir em católicos, evangélicos, espíritas, entre outros.
As editoras buscam prioritariamente publicar textos para suas linhas editoriais específicas. Algumas editoras investem em diversas linhas editorias, e sempre compatíveis com um público-alvo que se objetiva atingir.
Na M.Books, por exemplo, publicamos Marketing, Recursos Humanos, com um foco em Liderança e Emprego, Nutrição e Saúde, e alguns livros de Guerras e Batalhas. Todas essas linhas dentro de um foco muito estreito, privilegiando temas inovadores e importantes ou autores reconhecidos nacional ou internacionalmente.
Neste momento, para verem seus livros publicados, há uma exigência grande para que os autores tenham currículos muito bons e compatíveis com os temas sobre os quais escrevem.
O sistema de captação dos originais para avaliação e publicação varia de editora para editora. Quanto às traduções são textos publicados por editoras internacionais que editoras brasileiras contratam para publicação em português para o mercado do Brasil e, em alguns casos, para o mercado de Portugal e dos países de língua portuguesa.
Normalmente, as editoras trabalham com um planejamento editorial com doze meses de antecedência, ou seja, o projeto editorial deve ter livros comprometidos e contratados para doze meses de publicações.
Muitas vezes, ocorre de aparecer alguns textos novos que são considerados importantes ou estratégicos, que são encaixados na programação, e publicados normalmente.
Algumas editoras, mesmo tendo linhas editoriais definidas, muitas vezes, publicam por conveniência própria livros de outras áreas.
Ultimamente, isso tem se reduzido sobretudo em virtude do momento pelo qual passa o mercado de livros, levando-se em consideração o advento do e-book.
Não são tempos para se correr riscos.
Outro dado atual é a redução da publicação mensal de livros.
Um amigo de outra editora, que publica quinze livros por mês, confessou que irá reduzir para dez no próximo ano. Irá reestruturar internamente, investir forte em marketing e distribuição, e trabalhar com novos números e objetivos. Sugeri a ele que invista forte no gerenciamento de caixa e na rotatividade do estoque.
Estamos vivendo um tempo em que é preciso gerenciar o negócio com os olhos voltados para a janela, para acompanhar o mercado, mas com uma visão estratégica voltada para dentro da empresa.
Em tempos de mudanças, muitas das soluções podem ser encontradas no gerenciamento operacional e interno.
Marcadores:
Artigo,
Mercado editorial
19 de nov. de 2011
Como escrever para a Web
Este trabalho traz dicas sobre como escrever para a web levando em conta a aparência e usabilidade do texto na Internet. Ensisa a tirar proveito dos atributos e funcionalidades da Web e, embora seja voltado a sites jornalísticos, seus conceitos podem ser aplicados em qualquer tipo de site ou blog.
Marcadores:
Artigo
16 de nov. de 2011
Inscrições abertas para o curso pós-graduação em Projetos Editoriais Impressos e Multimídia
Estão abertas as inscrições para o curso Projetos Editoriais Impressos e Multimídia na UNA de Belo Horizonte - Minas Gerais.
O curso oferece há mais de 5 anos formação especializada ao profissional que deseja criar projetos editoriais, impressos ou multimídia e possibilita ao profissional, gerenciar ou reposicionar projetos existentes. Desenvolve a capacidade de gerir equipes de produção editorial e oferece os conhecimentos necessários para que o autor ou condutor de um projeto editorial possa submetê-lo a leis de incentivo e divulgar a produção.
O curso foi reestruturado para atender a uma carga horária de 432h (antes 360h).
Principais mudanças:
As inscrições são feitas pelo site.
O curso oferece há mais de 5 anos formação especializada ao profissional que deseja criar projetos editoriais, impressos ou multimídia e possibilita ao profissional, gerenciar ou reposicionar projetos existentes. Desenvolve a capacidade de gerir equipes de produção editorial e oferece os conhecimentos necessários para que o autor ou condutor de um projeto editorial possa submetê-lo a leis de incentivo e divulgar a produção.
O curso foi reestruturado para atender a uma carga horária de 432h (antes 360h).
Principais mudanças:
- O curso ocorrerá em 4 módulos permitindo até 4 inscrições por ano.
- Novas disciplinas foram acrescentadas ao curso para dinamizar os assuntos já tratados, abranger novos conhecimentos e aproximar de práticas organizacionais.
As inscrições são feitas pelo site.
10 de out. de 2011
A personalização da sua navegação na internet pode ser nociva?
Imagine que você está buscando informações na internet sobre um assunto de seu interesse utilizando de um site de busca como Google. Digamos que você pesquisa sobre comida árabe. Com informações de pesquisas anteriores disparadas pelo seu computador, pelas pesquisas já feitas por outras pessoas sobre comida árabe, de acordo com sua rede de contatos, pelo interesse dos anunciantes em comida e mais uma série de outros critérios o buscador retorna para você uma lista de possibilidades, elas podem tratar sobre assuntos de seu interesse em torno da comida árabe como: livros de culinária, receitas e restaurantes. Mas e os assuntos ligados a comida árabe que estão ligados a outros fatos (problemas sanitários recentes em restaurantes suspeitos, pesquisas sobre as propriedades da comida, etc) e que você não saberá porque os filtros "acreditam" que você não tem interesse ou não precisa saber ?
Esta é a lógica usada não só pelo Google e Facebook, mas pela maioria de sites e serviços online de alta tecnologia: cria-se uma “zona de conforto”, onde você recebe cada vez mais do que lê e vê – e isso, na visão de Eli Pariser em palestra no TED Talks, nos priva de outros tipos de conteúdo que poderiam desafiar ou ampliar nossa visão de mundo.
Esta é a lógica usada não só pelo Google e Facebook, mas pela maioria de sites e serviços online de alta tecnologia: cria-se uma “zona de conforto”, onde você recebe cada vez mais do que lê e vê – e isso, na visão de Eli Pariser em palestra no TED Talks, nos priva de outros tipos de conteúdo que poderiam desafiar ou ampliar nossa visão de mundo.
27 de set. de 2011
Qual é o melhor dia e hora para usar o Twitter?
A agência Lemon.ly reuniu alguns dados sobre o Twitter de janeiro até a setembro deste ano que desenterram alguns fatos interessantes. O infográfico abaixo é uma compilação de pesquisas realizadas pelo Sysomos e pelo próprio Twitter, e um traz um olhar geral em torno de algumas estatísticas sobre o microblog e como as pessoas podem usá-lo de forma mais efetiva.
Marcadores:
Artigo
9 de ago. de 2011
Qual é o custo da sua hora de trabalho ?
Elaborado por Yóris Linhares de Souza
Quando você pensa sobre como calcular o custo, leia-se dinheiro ($$), de um trabalho normalmente se pensa em valores praticados pelo mercado.
Se fulano e sicrano cobram X reais por hora eu cobro o mesmo ou mais ou menos o mesmo. Outra forma também se baseia no mercado mas pelo produto ou serviço que foi entregue, se fulano e sicrano cobram por tal serviço ou produto Y reais e gastam mais ou menos X horas para faze-lo então o valor da hora é Y dividido por X.
Estas formas tem alguns pontos que devem ser vistos com muito cuidado. Primeiro, geralmente o valor que você fica sabendo que alguém cobra no mercado não é o custo dele mas sim quanto de receita esta pessoa recebe. Custo é quanto custa para você fazer seu trabalho, receita é quanto você receberá pelo seu trabalho e a diferença é o seu lucro. Se você cobra o mesmo que alguém do mercado, você estará pensando na receita dele. Segundo, você realiza seu trabalho de uma forma e uma produtividade próprios e com os recursos que dispõe. Podem existir enormes diferenças entre você e o mercado nestes quesitos o que pode influenciar definitivamente o seu custo em realizar o seu trabalho. Portanto, se você não sabe seu custo e aplica estas formas isto pode significar que seu custo pode ser igual ou maior que a sua receita e portanto seu lucro é um redondo 0 ou pior, um grande prejuízo. Conclusão, procure saber sobre qual é o seu custo.
Existem várias formas e fórmulas para definir o custo de uma hora de trabalho. Aqui apresentamos uma forma que está em nível, digamos, intermediário entre as variáveis complexidade e benefício. Não é uma forma complexa, por envolver poucos e simples cálculos e servir para qualquer tamanho de empresa, desde o Eu Sozinho LTDA até o Somos Grandes SA e aponta benefícios interessantes para seu uso.
Comece assim, liste todas as suas despesas envolvidas no seu trabalho em um período de tempo, digamos mensal. Após, separe suas despesas em dois grupos: despesas com pessoal e despesas sem pessoal, nestas últimas você pode separar por função ou pessoa.
Vamos usar aqui um exemplo de uma empresa de pequeno porte e chamaremos o custo da hora de valor da hora técnica.
As despesas sem pessoal aparecem como abaixo.
As despesas com pessoal são apresentadas por função:
Como nosso exemplo é para o período mensal calcule quantas horas se trabalha geralmente em um mês
Agora calcule o valor da hora não ajustada.
Até ai tudo bem, mas aqui entra o principal. Calcular quantos por cento as despesas sem pessoal representam das despesas com pessoal.
Agora aplica-se o fator de correlação nos valores da hora não ajustados.
Ao fazer isto você está correlacionando as despesas de forma a incorporar nos valores de despesas com pessoal as despesas sem pessoal. No nosso exemplo, significa que qualquer aumento no valor do aluguel muda o fator de correlação e portanto o valor da hora ajustada.
Você pode fazer este cálculo para vários períodos, alguns meses ou semanas, e no final você pode calcular uma média dos valores encontrados e assim se aproximar dos custos reais. Você também pode usar a mesma lógica de cálculo mas estimando despesas futuras e ao final fazer ajustes de acordo com os valores passados que você já calculou. Ao fazer isto, você está se baseando no "seu" mercado.
Algumas considerações sobre esta forma de cálculo do valor da hora ou custo da hora de trabalho dizem respeito a ela não separar custos fixos de variáveis ou diretos de indiretos. Entretanto, por separar custo de pessoal (mão de obra) dos demais e sabendo que em atividades que envolvem a criação de projetos editoriais há uma tendência de maior dispêndio com pessoal, esta forma se torna atraente para aplicação.
Mas é bom reforçar, existem várias formas e fórmulas para definir o custo de uma hora de trabalho, encontre aquela que melhor se aplica a sua empresa, seu trabalho e seu projeto.
Marcadores:
Artigo
4 de ago. de 2011
Casa Una - a programação de agosto é de rir
A Casa Una é um espaço colaborativo, construído junto ao Circuito Cultural da Praça da Liberdade, para promover o diálogo e o encontro com filosofia, literatura, cinema, artes, música, comportamento, história e moda por meio de palestras, seminários, exposições, cursos, performances e outros eventos culturais. A Casa Una é um lugar para renovar o olhar sobre nós mesmos e o mundo.
Este mês a Casa Una está com uma programação de rir, confira:
PROGRAMAÇÃO AGOSTO
TEMA DO MÊS: O RISO
Stand-up comedy com João Basílio, Thiago Carmona e Bruno Costoli
Dia: 05/08
Horário: 20h
Local: Casa Una
Entrada franca
Vagas: 60
Exposição de fotografias Riso em Cena de Daniel Protzner
Dias: 06 a 31 de agosto
Horário: Segunda a sexta, das 14h às 22h. Sábado das 10h às 13h.
Local: Casa Una
Entrada franca
"Fanfalhaça, uma fanfarra de palhaços e palhaças" com o grupo Teatro Terceira Margem.
Dia:13/08
Horário: 11h da manhã
Local: Casa Una
Entrada franca
Vagas: 60
Show com o The Jingles
Dia: 26/08
Horário: 21h
Local: Casa Una
Entrada franca
Vagas: 70
PARALELO
Show com Érica Machado
Dia: 17/08
Horário: 21h
Local: Casa Una
Entrada franca
Vagas: 70
Palestra: O Riso contra o Poder
Dia: 31
Com a participação de Guaracy Araújo (Professor da PUC-MG e da Fundação Dom Cabral. Programador Cultural da Casa UNA)
Horário: 19:00
Local: Casa Una
Entrada franca
Vagas: 50
Este mês a Casa Una está com uma programação de rir, confira:
PROGRAMAÇÃO AGOSTO
TEMA DO MÊS: O RISO
Stand-up comedy com João Basílio, Thiago Carmona e Bruno Costoli
Dia: 05/08
Horário: 20h
Local: Casa Una
Entrada franca
Vagas: 60
Exposição de fotografias Riso em Cena de Daniel Protzner
Dias: 06 a 31 de agosto
Horário: Segunda a sexta, das 14h às 22h. Sábado das 10h às 13h.
Local: Casa Una
Entrada franca
"Fanfalhaça, uma fanfarra de palhaços e palhaças" com o grupo Teatro Terceira Margem.
Dia:13/08
Horário: 11h da manhã
Local: Casa Una
Entrada franca
Vagas: 60
Show com o The Jingles
Dia: 26/08
Horário: 21h
Local: Casa Una
Entrada franca
Vagas: 70
PARALELO
Show com Érica Machado
Dia: 17/08
Horário: 21h
Local: Casa Una
Entrada franca
Vagas: 70
Palestra: O Riso contra o Poder
Dia: 31
Com a participação de Guaracy Araújo (Professor da PUC-MG e da Fundação Dom Cabral. Programador Cultural da Casa UNA)
Horário: 19:00
Local: Casa Una
Entrada franca
Vagas: 50
26 de jul. de 2011
Briefing – soluções a partir do problema
Toda necessidade do contato de um cliente a um designer pressupõe-se da necessidade de uma solução visual a fim de elucidar um problema. Para tanto, identificar o problema e esclarecer todos os detalhes que o envolve é receita para o sucesso.
É na origem do problema que arte e design tornam-se distantes, tomando novas dimensões. Na arte, o problema é estabelecido pelo próprio artista, que expõe suas ideias sem necessidade de apelo estético ou semiótico, é fazer a arte pela arte… uma necessidade de autoexpressão. No design o problema é externo ao designer, que propõe soluções ao problema de acordo às necessidade deste terceiro, normalmente repre¬sentado na figura do cliente.
A fim de satisfazer as necessidades do cliente e solucionar seu problema, cabe ao designer a habilidade de identificar e caracterizar de maneira significativa o problema de seu cliente. A ên¬fase na etapa de identificação e caracterização deste problema é responsável pela boa execução do projeto, suas necessidades para com seu público e para com a sociedade em geral.
O Briefing é a ferramenta utilizada para registrar detalhadamente as necessidades e características do projeto. Trata de uma coleta de informações capazes de descrever o problema, as características e necessidades do público e da solução visual a ser criada. Se desenvolver um projeto de design fosse comparado ao processo de preparo de uma receita culinaria, o briefing seria a receita e conteria todos os ingredientes e fórmulas para se alcançar o sucesso.
Não existem fórmulas perfeitas para a criação de um briefing, muitos fatores aleatórios e específicos que variam de projeto a projeto são levados em conta, tornado fórmulas e modelos ineficazes. Ressalta-se porém, que um bom briefing deve conter informações específicas e estratégicas sobre o mercado, o projeto e o cliente, algumas dessas informações são melhor esclarecidas abaixo:
MERCADO
Exclarecer o perfil do consumidor: determinar a faixa etaria, renda media, classe social, sexo, estilo de vida, anseios, e todas outras mais que você ou seu cliente determinarem necessarias para melhor esclarecer as características do projeto;
Exame detalhado do setor do mercado: esclarecer quem são os concorrentes diretos e indiretos do produto de seu cliente, quais as vantagens competitivas do seu cliente frente aos concorrentes, qual o capital de giro financeiro do setor de mercado e do produto, etc;
PROJETO
Definir as pessoas-chave e suas responsabilidades: identificar a entidade “proprietária” do projeto, o responsável por arcar com os encargos financeiros, por tomar as principais decisões, são algumas das questões relevantes dessa sessão do documento. É nesta fase também que são definidos quais entidades são capazes de influenciar as fases do projeto e comprometê-lo, cabendo recorrer à essas entidades a fim de tornar-lo íntimo do projeto e tomar parte de suas opiniões sobre o mesmo.
Definição de prazos, orçamentos e custos: identificar esses fatores são cruciais para utilizar o Briefing como ferramenta de planejamento estratégico e agenda de objetivos a serem cumpridos e apresentados em determinados prazos. Às definições de orçamentos e custos cabe conferir a viabilidade de se desenvolver o projeto.
CLIENTE
Esclarecer os objetivos do projeto: nessa parte, cabe entender e esclarecer algumas questões do projeto junto ao cliente tais como:
A finalizar, este artigo não tem como objetivo profetizar um modelo perfeito de Briefing, mas despertar a curiosidade dos leitores para algumas características que devem compor um bom Briefing e que nem sempre são levados em conta.
Artigo por Diego Nunes, originalmente publicado no COMICs & DESIGN
É na origem do problema que arte e design tornam-se distantes, tomando novas dimensões. Na arte, o problema é estabelecido pelo próprio artista, que expõe suas ideias sem necessidade de apelo estético ou semiótico, é fazer a arte pela arte… uma necessidade de autoexpressão. No design o problema é externo ao designer, que propõe soluções ao problema de acordo às necessidade deste terceiro, normalmente repre¬sentado na figura do cliente.
A fim de satisfazer as necessidades do cliente e solucionar seu problema, cabe ao designer a habilidade de identificar e caracterizar de maneira significativa o problema de seu cliente. A ên¬fase na etapa de identificação e caracterização deste problema é responsável pela boa execução do projeto, suas necessidades para com seu público e para com a sociedade em geral.
O Briefing é a ferramenta utilizada para registrar detalhadamente as necessidades e características do projeto. Trata de uma coleta de informações capazes de descrever o problema, as características e necessidades do público e da solução visual a ser criada. Se desenvolver um projeto de design fosse comparado ao processo de preparo de uma receita culinaria, o briefing seria a receita e conteria todos os ingredientes e fórmulas para se alcançar o sucesso.
Não existem fórmulas perfeitas para a criação de um briefing, muitos fatores aleatórios e específicos que variam de projeto a projeto são levados em conta, tornado fórmulas e modelos ineficazes. Ressalta-se porém, que um bom briefing deve conter informações específicas e estratégicas sobre o mercado, o projeto e o cliente, algumas dessas informações são melhor esclarecidas abaixo:
MERCADO
Exclarecer o perfil do consumidor: determinar a faixa etaria, renda media, classe social, sexo, estilo de vida, anseios, e todas outras mais que você ou seu cliente determinarem necessarias para melhor esclarecer as características do projeto;
Exame detalhado do setor do mercado: esclarecer quem são os concorrentes diretos e indiretos do produto de seu cliente, quais as vantagens competitivas do seu cliente frente aos concorrentes, qual o capital de giro financeiro do setor de mercado e do produto, etc;
PROJETO
Definir as pessoas-chave e suas responsabilidades: identificar a entidade “proprietária” do projeto, o responsável por arcar com os encargos financeiros, por tomar as principais decisões, são algumas das questões relevantes dessa sessão do documento. É nesta fase também que são definidos quais entidades são capazes de influenciar as fases do projeto e comprometê-lo, cabendo recorrer à essas entidades a fim de tornar-lo íntimo do projeto e tomar parte de suas opiniões sobre o mesmo.
Definição de prazos, orçamentos e custos: identificar esses fatores são cruciais para utilizar o Briefing como ferramenta de planejamento estratégico e agenda de objetivos a serem cumpridos e apresentados em determinados prazos. Às definições de orçamentos e custos cabe conferir a viabilidade de se desenvolver o projeto.
CLIENTE
Esclarecer os objetivos do projeto: nessa parte, cabe entender e esclarecer algumas questões do projeto junto ao cliente tais como:
- Por que é necessário esse projeto? (É passível que o cliente acredite que precisa de um novo catálogo de produtos, e no limiar dessas questões você identifique que ele precisa revitalizar sua marca);
- Qual o motivo da periodicidade deste projeto?
- Quais são os resultados estimados a serem alcançados com a resolução desse projeto?
A finalizar, este artigo não tem como objetivo profetizar um modelo perfeito de Briefing, mas despertar a curiosidade dos leitores para algumas características que devem compor um bom Briefing e que nem sempre são levados em conta.
Artigo por Diego Nunes, originalmente publicado no COMICs & DESIGN
Marcadores:
Artigo
Assinar:
Postagens (Atom)
