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6 de dez. de 2012
Amazon lança site em português
A Amazon.com, gigante varejista on-line norte-americana, colocou no ar, na madrugada desta quinta-feira (6), a versão em português de seu site (acesse aqui: www.amazon.com.br). A partir das próximas semanas, a companhia começará a vender no Brasil o leitor de livros eletrônicos Kindle, por R$ 300.
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18 de out. de 2012
Campanha quer zerar déficit de bibliotecas no Brasil
Imagine se 24 bibliotecas fossem instaladas diariamente no país até os próximos oito anos. O que seria considerado um sonho para as instituições de ensino é, na verdade, a conta que precisaria ser feita para atender à lei 12.244, sancionada há dois anos, que obriga todas as escolas públicas e privadas a implantarem bibliotecas até 2020. Para dar luz ao tema, o Instituto EcoFuturo em parceria com empresas privadas e organizações civis lançou recentemente a campanha Eu Quero Minha Biblioteca. A ideia é sensibilizar os candidatos e prefeitos eleitos pelas eleições municipais e, principalmente, mobilizar a população para exigir a efetividade deste direito.
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2 de out. de 2012
Versão brasileira do 'Financial Times'
O "Financial Times" lança amanhã às 10h, com o seminário Brasil como Potência Global dos Mercados de Capital, na BM&FBovespa, em São Paulo, a sua edição impressa no Brasil.
O jornal britânico confirma também o lançamento de uma home page e de um aplicativo específicos para a América Latina.
Segundo o presidente-executivo do "FT", John Ridding, "o lançamento da versão impressa com alta tecnologia enfatiza nossa fé no futuro das edições impressas".
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O jornal britânico confirma também o lançamento de uma home page e de um aplicativo específicos para a América Latina.
Segundo o presidente-executivo do "FT", John Ridding, "o lançamento da versão impressa com alta tecnologia enfatiza nossa fé no futuro das edições impressas".
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14 de set. de 2012
Livraria Cultura fecha com a Kobo e entra para o mercado de leitores digitais
Acordo exclusivo permitirá o acesso a 3 milhões de títulos e a uma família completa de e-readers, que devem chegar às lojas já em outubro deste ano
A Livraria Cultura acaba de fechar uma parceria com a canadense Kobo que promete animar os leitores do País. A companhia estreiará no segmento digital com a venda de quatro modelos de e-readers [leitores eletrônicos de livros digitais] da Kobo - um deles com sistema operacional Android.
A Livraria Cultura acaba de fechar uma parceria com a canadense Kobo que promete animar os leitores do País. A companhia estreiará no segmento digital com a venda de quatro modelos de e-readers [leitores eletrônicos de livros digitais] da Kobo - um deles com sistema operacional Android.
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Palestras: Tendências da Comunicação
Tendências da Comunicação
Data: 26/09/2012
Horário: 19:00
Local: Auditório da Newton Paiva
Av Carlos Luz, 220, BH/MG
Cidade: Belo Horizonte - MG
Informações: Palestras: Tendências da Comunicação, com Leonardo Chebly (Diretor da JChebly) e Tendências da Comunicação Interna, com Othon Maia (Comunicação Interna - FIAT)
Data: 26/09/2012
Horário: 19:00
Local: Auditório da Newton Paiva
Av Carlos Luz, 220, BH/MG
Cidade: Belo Horizonte - MG
Informações: Palestras: Tendências da Comunicação, com Leonardo Chebly (Diretor da JChebly) e Tendências da Comunicação Interna, com Othon Maia (Comunicação Interna - FIAT)
29 de ago. de 2012
Ler com regularidade é benéfico para a saúde
São cada vez mais as evidências de que ler faz bem à saúde. Estudos
realizados por diferentes instituições de ensino superior internacionais
revelam que os benefícios vão desde a memória e do aumento da
plasticidade do cérebro à melhoria das relações interpessoais e da
empatia, passando, até, pela redução da pressão arterial.
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26 de jul. de 2012
O concorrente brasileiro do Kindle
A maior fabricante de computadores do Brasil lança o Alfa, um e-book para revolucionar o mercado editorial no País. Mas essa não é a única novidade. Ela vai também fabricar tevês, celulares e tablets.
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Mercado editorial,
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18 de mai. de 2012
Ciclo de Palestras - Minas Design
Muitos estudiosos, pesquisadores, formadores de opinião no mundo inteiro estão considerando a informação o principal atributo do século XXI, assim como a tecnologia foi no século XX.
O mundo evolui de forma extremamente rápida, e uma das causas principais deste fenômeno é o volume de informações inserido nos vários veículos de comunicação a cada segundo.
De forma geral, acredita-se que uma boa prática de gestão do conhecimento influencia direta e indiretamente o bom desempenho corporativo e financeiro das organizações.
Compreendendo a importância de qualificação profissional e de atualização mercadológica, com o fornecimento de novas informações e conhecimentos, a Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg), por meio do Centro Minas Design (CMD), o Sebrae-MG e a Templuz criam o Ciclo de Palestra, dando continuidade na iniciativa de fomento aos profissionais mineiros, que vai contar com palestras e workshops com diversos profissionais renomados.
O mundo evolui de forma extremamente rápida, e uma das causas principais deste fenômeno é o volume de informações inserido nos vários veículos de comunicação a cada segundo.
De forma geral, acredita-se que uma boa prática de gestão do conhecimento influencia direta e indiretamente o bom desempenho corporativo e financeiro das organizações.
Compreendendo a importância de qualificação profissional e de atualização mercadológica, com o fornecimento de novas informações e conhecimentos, a Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg), por meio do Centro Minas Design (CMD), o Sebrae-MG e a Templuz criam o Ciclo de Palestra, dando continuidade na iniciativa de fomento aos profissionais mineiros, que vai contar com palestras e workshops com diversos profissionais renomados.
4 de mai. de 2012
Invista em mídia social para melhorar os resultados das vendas
Postado originalmente em Webinsider
O estudo elaborado pelo Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado mostra que é uma boa vantagem estratégica ter um projeto de comunicação no meio virtual.
De acordo com a pesquisa aplicada pelo Ibramerc (Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado), na terceira semana de abril, depois de adotadas as redes sociais, as empresas (B2C) detectaram melhora nos resultados das vendas. Isso foi apontado por 41% dos entrevistados, sendo que deste universo 9% consideram o aumento significativo. O questionário foi respondido por mais de 400 gerentes e diretores dos segmentos B2B e B2C traçando um panorama geral das duas partes.
Segundo a pesquisa, os profissionais da área de marketing e vendas têm adotado as mídias sociais como ferramenta de apoio às ações de divulgação de produtos, serviços e ampliação dos efeitos de seus projetos de marketing.
De acordo com a análise, 93% dos líderes do segmento B2C afirmaram utilizar as mídias sociais como utensílio de apoio aos negócios. Já no segmento B2B, o número foi pouco menor, entretanto, também representou a maior parte com 84%.
Dentro dos dois universos a área responsável pelo monitoramento e atualização destas mídias é, em sua maioria, o marketing. De acordo com Henrique Gasperoni, diretor de projetos e operações do Ibramerc, isso acontece porque a ferramenta é usada como meio de interação com os clientes.
“Por ser utilizada como ligação entre empresa e cliente ou empresa e empresa, as estratégias de comunicação provem do marketing, pois são táticas de vendas e divulgação.”
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23 de abr. de 2012
Crianças e adolescentes estão lendo menos, indica pesquisa
Originalmente postado em G1
Média de livros lidos por ano caiu nas faixas etárias de 5 a 17 anos.
Instituto divulga, nesta quarta, a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil.
Crianças e adolescentes estão lendo menos livros, segundo pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que a Fundação Pró-Livro vai publicar na tarde desta quarta-feira (28), elaborada em parceria com o Ibope Inteligência. De acordo com dados antecipados com exclusividade para o G1, o estudo do mercado dedicado a conhecer o perfil do leitor brasileiro apontou queda no índice de leitura em todas as faixas etárias de crianças e adolescentes.
Na primeira faixa etária, a das crianças (de 5 aos 10 anos), a média registrada foi de 5,4 livros por criança. Em 2007, porém, a mesma marca era de 6,9 livros por leitores desta faixa etária. Entre os pré-adolescentes (11 a 13 anos), o índice caiu de 8,5 livros em 2007 para 6,9 livros em 2011. Entre os adolescentes (14 a 17 anos), a média também caiu de 6,6 livros para 5,9 livros na pesquisa divulgada nesta quarta-feira (veja gráfico ao lado). “Esperamos que os cenários apresentados possam contribuir para a avaliação e a implementação de políticas públicas que melhorem os índices de leitura no Brasil”, destacou a presidente do Instituto Pró-Livro, Karine Pansa.
Entre as crianças, os livros infantis predominam no gênero preferido com 66%, seguido pelos livros didáticos (47%) e as histórias em quadrinhos (36%). Na faixa dos 11 aos 13 anos, os livros didáticos repetem a marca de 47%, seguidos pelos infantis (34%), quadrinhos (33%) e contos (30%). Na faixa etária de 14 a 17 anos, cresce a influência dos livros didáticos (55%), e aparecem os romances com 41%, contos (30%), livros de poesia (28%) e livros juvenis (26%).
A obrigação de ler o livro por exigência da escola é a maior motivação de crianças e jovens para a leitura, de acordo com a pesquisa. O índice neste item começa em 79% para crianças de 5 a 10 anos, e cai um pouco para 72% na faixa dos 11 a 13 anos, e para 70% dos 14 aos 17 anos.
O índice de leitura por prazer, gosto ou necessidade espontânea vai de 40% a 47% entre as crianças e jovens ouvidos na pesquisa.
A pesquisa mostra ainda que a Bíblia é um gênero muito presente na leitura de crianças e jovens, com média de 24% nas faixas etárias dos mais novos e na dos mais velhos.
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Hoje, só não publica livros quem não quer
Postado originalmente na Folha
Há algumas semanas, postei aqui um texto sobre o livro “A Geração Superficial”, de Nicholas Carr, que fala da crescente dificuldade das gerações “conectadas” em se concentrar para ler um livro (e a decisão do Pulitzer, anunciada ontem, de não premiar ninguém na categoria “ficção” parece corroborar o estado sofrível da literatura).
Ao mesmo tempo, estou animado com as notícias sobre o aumento no número de livros publicados de forma independente.
A autopublicação é uma realidade. Seja em tablets ou em tiragens físicas pequenas ou sob encomenda, cada vez mais gente tem dispensado as editoras e publicado seus próprios livros.
Claro que livros independentes sempre existiram. Isso não é novidade. Mas a quantidade impressiona. Tenho em casa pelo menos 15 livros que recebi de leitores, todos publicados pelos próprios autores ou por editoras pequenas.
E são livros dos mais variados.
Tem desde a poesia de Maurício Macedo, com “Lume” (Editora 7 Letras), a um estudo de Igor Garcia de Castro sobre gravadoras independentes brasileiras, chamado “Lado B” (Editora Anna Blume).
Recebi também “Mercado de Pulgas”, coletânea de Renato Alessandro dos Santos com textos sobre cinema, shows (Radiohead, Paul Di’Anno) e entrevistas bacanas com gente como Lourenço Mutarelli e Ignacio de Loyola Brandão.
Por coincidência, meu amigo Álvaro Pereira Jr. fez uma coluna na “Ilustrada” sobre o livro “Memórias Não Póstumas de um Punk” (Editora Multifoco), de Larry Antha, que conta a história da banda carioca Sex Noise (leia coluna do Álvaro aqui). Vou encomendar correndo.
É um paradoxo: ao mesmo tempo em que a Internet, como diz Nicholas Carr, está encolhendo a capacidade de concentração dos leitores, ela está ajudando escritores a encontrar seu nicho.
Outro dia, um leitor me escreveu pedindo um conselho. Ele estava terminando um livro sobre a conquista do Campeonato Brasileiro por seu time do coração (não, não é o Fluminense) e queria dicas de editoras.
Minha sugestão foi publicar o livro sozinho. Com um tema específico desses, que praticamente só interessará aos torcedores do time, não deve ser difícil fazer uma propaganda direcionada ao público-alvo do livro. É só distribuir folhetos na entrada dos jogos do time e colocar anúncios em fóruns de torcedores.
Acho que publicar por uma editora tem suas vantagens e desvantagens. Claro que a estrutura de uma editora ajuda a vendagem de qualquer livro.
Por outro lado, há a questão do percentual do autor. Num lançamento por uma editora, o autor recebe, em média, 10% do preço de capa.
Quem publica sozinho tem que assumir o custo da publicação, mas fica com um percentual bem maior (o número final depende do acordo que fizer com as livrarias).
Eu mesmo estou trabalhando em dois livros. Um é um trabalho de não-ficção, um guia, cujo sucesso de vendas vai depender diretamente de uma boa estratégia de distribuição e propaganda.
O outro é um trabalho mais pessoal, com uma expectativa de vendagem bem menor e que, acredito, tem a chance de achar seu público por meio do boca a boca e de comentários na Internet.
O primeiro, vou lançar por uma editora. O segundo, planejo lançar sozinho.
Pode ser que eu me ferre? Claro que pode. Mas não custa tentar.
Uma coisa é certa: hoje, só não publica quem não quer.
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30 de mar. de 2012
Lançamento do livro "Linhas Cruzadas"
As autoras Maria do Rosário Alves Pereira, professora no curso Projetos Editoriais Impressos e Multimídia, e Maria Inês de Moraes Marreco convidam para o lançamento do livro "Linhas Cruzadas".
O lançamento do livro será na Rua da Bahia, 1466 - Auditório Vivaldi Moreira - Belo Horizonte/MG.
21 de mar. de 2012
Site brasileiro reúne aulas de universidades estrangeiras legendadas
Postado originalmente em Valor
Inúmeras universidades renomadas, como Harvard, MIT e Yale, disponibilizam vídeos de disciplinas inteiras na internet a partir de iniciativas de conhecimento livre.
Para facilitar o acesso do público brasileiro a esse tipo de aula, o portal recém-lançado Veduca pretende não só reunir e organizar os cursos, como legendar o material em português.
Idealizado pelo engenheiro Carlos Souza, o site organiza mais de 4.700 vídeo-aulas de 11 instituições americanas e australianas por assunto, curso, professor ou universidade.
Até agora, apenas parte do material está legendada, mas a expectativa do empresário é que metade das aulas esteja traduzida para o português até o fim deste ano e que todo o conteúdo tenha legendas até o fim de 2013.
Com acesso gratuito, o portal também possui uma seção em que relaciona notícias e aulas sobre o mesma tema.
13 de mar. de 2012
E mais uma turma iniciou as aulas no curso Projetos Editoriais - UNA
No dia 09/03 - sexta mais uma turma do curso de Projetos Editoriais Impressos e Multimídia iniciou suas aulas. Neste primeiro módulo os alunos conhecerão e compartilharão experiências sobre as disciplinas específicas: Gestão de Projetos Editoriais, Projetos Editoriais na Contemporaneidade, Marketing e Relacionamento, Empreendedorismo e Inovação.
Já no primeiro dia de aula os alunos alinharam suas expectativas em relação ao objetivo proposto para o curso.
Sucesso a todos os alunos.
Já no primeiro dia de aula os alunos alinharam suas expectativas em relação ao objetivo proposto para o curso.
Sucesso a todos os alunos.
8 de mar. de 2012
Dilemas de uma mulher (quase) moderna
Em um dia mais que especial, recebemos por meio do Ariel Lucas, ex-aluno do curso Projetos Editoriais da UNA e em breve mestre, uma entrevista dada ao Blog de Bia Saltarelli pela Aline Euzébio, especialista em projetos editoriais pela UNA, graduada em Letras, estudou Literatura feminina no século XIX e é autora do artigo “A Construção da identidade feminina nas páginas da Revista TPM.”
Nesta entrevista Aline fala sobre a mulher moderna, sua posição no Brasil e a relação entre homens e mulheres neste contexto.
Sucesso para a Aline e parabéns a todas as mulheres!
Nesta entrevista Aline fala sobre a mulher moderna, sua posição no Brasil e a relação entre homens e mulheres neste contexto.
Sucesso para a Aline e parabéns a todas as mulheres!
29 de fev. de 2012
IV Bienal Brasileira de Design 2012
Belo Horizonte se prepara para a agitação cultural do maior evento de design do país, a IV Bienal Brasileira de Design 2012 (IVBBD), que tem previsão de ocorrer no período de 19 de setembro a 31 de outubro em diversos pontos da capital, além de Brumadinho e Ouro Preto. O grande acontecimento, organizado pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), Universidade do Estado Minas Gerais (Uemg), com o Centro Minas Design (CMD) e a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), vai trazer inúmeras mostras nacionais e internacionais, e tem como temática a “Diversidade Brasileira”.
A BBD é uma iniciativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e do Movimento Brasil Competitivo (MBC). A ação, por sua magnitude, vai agregar as principais iniciativas do design desenvolvidas no país em todos os seus ambientes, quer seja na indústria, no meio acadêmico ou de gestão. Por sua forte inserção em diversos setores da atividade econômica e pela multiplicidade de utilização, o Design é forte ferramenta estratégica que agrega valor ao produto nacional.
A Bienal pretende delinear as referências e tendências nacionais e internacionais, com a participação de várias instituições, profissionais, pesquisadores, empresas, entre outros, que interagem com o design, e potencializar a utilização nos meios produtivos como ferramenta estratégica para a competitividade e melhoria da imagem do produto nacional no mundo, fortalecendo a “Marca Brasil”.
De acordo com Enil Brescia, responsável pela secretaria executiva do evento e diretora do CMD, a Bienal deste ano tem como novidade a descentralização. “Os eventos foram pensados para ocorrerem em locais com fácil acesso, gratuidade das atividades, além de gerar um legado cultural para o estado”, afirmou.
Esse grande evento se apresenta como um ‘insight’ no cenário nacional e mundial, pois além de externar a um público diverso a produção brasileira, estimula as empresas na produção de produtos inovadores, mostrando o design como a chave para transformar Pesquisa & Desenvolvimento em produtos comerciais.
A iniciativa, repercussão global, pretende fazer refletir, por meio de mostras, fóruns, seminários, workshops, ações educativas, interativas e culturais, sobre como projetar, produzir e consumir bens, satisfazendo as necessidades e demandas do mundo atual.
O Tema
Diferentemente das outras Bienais, que apresentaram os temas Inovação – São Paulo 2006, Competitividade – Brasília 2008 e Design, Inovação e Sustentabilidade, em Curitiba 2010; para a IV BBD 2012, o propósito é valorizar a “Diversidade Brasileira” a serem exploradas, inicialmente, em três vertentes:
- Étnica
- Natural/ País multicultural
- Econômica/ Produtiva
Segundo Enil Brescia, a escolha do tema da Bienal foi feita por a diversidade convergir com a transversalidade do design. “O Brasil é um país com muitas etnias, riqueza cultural, variedade de ideias e essa abundância é um desafio para o design”, disse.
A Bienal deste ano vai explorar as várias ferramentas de design nos seus aspectos tangíveis (tecnologia, processos, materiais etc.) e intangíveis (cultural, social, emocional, relacionado ao desejo e à qualidade percebida etc.) e sua interação com a diversidade brasileira, promovendo a participação efetiva do setor produtivo e da sociedade como um todo para o desenvolvimento econômico, social e cultural do Brasil de forma sustentável, buscando, também, o fortalecimento da Marca Brasil no circuito internacional.
O propósito da IV Bienal Brasileira de Design 2012 é que ela ultrapasse o campo habitual de uma exposição. Deseja-se que este evento extrapole os pontos da mostra, deixando para as gerações um legado que marque Minas Gerais e que o torne um terreno de referência no país de um estado criativo.
A BBD é uma iniciativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e do Movimento Brasil Competitivo (MBC). A ação, por sua magnitude, vai agregar as principais iniciativas do design desenvolvidas no país em todos os seus ambientes, quer seja na indústria, no meio acadêmico ou de gestão. Por sua forte inserção em diversos setores da atividade econômica e pela multiplicidade de utilização, o Design é forte ferramenta estratégica que agrega valor ao produto nacional.
A Bienal pretende delinear as referências e tendências nacionais e internacionais, com a participação de várias instituições, profissionais, pesquisadores, empresas, entre outros, que interagem com o design, e potencializar a utilização nos meios produtivos como ferramenta estratégica para a competitividade e melhoria da imagem do produto nacional no mundo, fortalecendo a “Marca Brasil”.
De acordo com Enil Brescia, responsável pela secretaria executiva do evento e diretora do CMD, a Bienal deste ano tem como novidade a descentralização. “Os eventos foram pensados para ocorrerem em locais com fácil acesso, gratuidade das atividades, além de gerar um legado cultural para o estado”, afirmou.
Esse grande evento se apresenta como um ‘insight’ no cenário nacional e mundial, pois além de externar a um público diverso a produção brasileira, estimula as empresas na produção de produtos inovadores, mostrando o design como a chave para transformar Pesquisa & Desenvolvimento em produtos comerciais.
A iniciativa, repercussão global, pretende fazer refletir, por meio de mostras, fóruns, seminários, workshops, ações educativas, interativas e culturais, sobre como projetar, produzir e consumir bens, satisfazendo as necessidades e demandas do mundo atual.
O Tema
Diferentemente das outras Bienais, que apresentaram os temas Inovação – São Paulo 2006, Competitividade – Brasília 2008 e Design, Inovação e Sustentabilidade, em Curitiba 2010; para a IV BBD 2012, o propósito é valorizar a “Diversidade Brasileira” a serem exploradas, inicialmente, em três vertentes:
- Étnica
- Natural/ País multicultural
- Econômica/ Produtiva
Segundo Enil Brescia, a escolha do tema da Bienal foi feita por a diversidade convergir com a transversalidade do design. “O Brasil é um país com muitas etnias, riqueza cultural, variedade de ideias e essa abundância é um desafio para o design”, disse.
A Bienal deste ano vai explorar as várias ferramentas de design nos seus aspectos tangíveis (tecnologia, processos, materiais etc.) e intangíveis (cultural, social, emocional, relacionado ao desejo e à qualidade percebida etc.) e sua interação com a diversidade brasileira, promovendo a participação efetiva do setor produtivo e da sociedade como um todo para o desenvolvimento econômico, social e cultural do Brasil de forma sustentável, buscando, também, o fortalecimento da Marca Brasil no circuito internacional.
O propósito da IV Bienal Brasileira de Design 2012 é que ela ultrapasse o campo habitual de uma exposição. Deseja-se que este evento extrapole os pontos da mostra, deixando para as gerações um legado que marque Minas Gerais e que o torne um terreno de referência no país de um estado criativo.
27 de fev. de 2012
Prêmio Minas de Comunicação
O Sindicato das Agências de Propaganda do Estado de Minas Gerais – Sinapro-MG informa que a cerimônia de entrega do Prêmio Minas de Comunicação será realizada no dia 28 de fevereiro, às 19 horas, no Teatro OI FUTURO KLAUSS VIANNA (Av. Afonso Pena, 4001 – Mangabeiras)
O Prêmio Minas de Comunicação 2011 é uma iniciativa do Sindicato das Agências de Propaganda do Estado de Minas Gerais – SINAPRO-MG, com o apoio da Associação Mineira de Propaganda – AMP, Clube de Criação Publicitária de Minas Gerais – CCPMG, Associação Mineira de Áudio e Vídeo – AMAV, Grupo dos Profissionais do Rádio – GPR, Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior no Estado de Minas Gerais – SEPEX-MG, Associação Mineira das Agências Digitais – AMADI e Associação de Designers Gráficos do Brasil – ADG Brasil – Regional Minas Gerais, com realização anual, objetivando a contribuição, o estímulo à criatividade, o desenvolvimento e a memória da propaganda mineira, seus profissionais e anunciantes.
Veja o Short List e a relação das empresas e profissionais indicados ao Prêmio.
Os convites custam R$ 70,00, são limitados, com venda na sede do Sinapro-MG (Rua Domingos Vieira, 587 – Conjunto 913 – Santa Efigênia).
24 de fev. de 2012
TEDx Belo Horizonte - Expandindo Horizontes
TED é uma organização sem fins lucrativos dedicada às "idéias que merecem ser compartilhadas". O TED surgiu em 1984 como uma conferência anual na Califórnia e já teve entre seus palestrantes Bill Clinton, Paul Simon, Bill Gates, Bono Vox, Al Gore, Michelle Obama e Philippe Starck. No site do TED, você encontra palestras e performances dos parceiros TED disponíveis para todos gratuitamente.
No espírito das ideias que merecem ser espalhadas, o TED criou o programa chamado TEDx. O TEDx é um programa de eventos locais, e organizados de forma independente, que reúne pessoas para dividir uma experiência ao estilo TED.
São Paulo, Curitiba e outras cidades do Brasil já realizaram seu evento, inclusive um TEDxSudeste em 2010.
A primeira edição do TEDxBeloHorizonte acontecerá em 12 de maio de 2012 e reunirá cerca de 12 pensadores e realizadores nacionais e internacionais de áreas de conhecimento diversas, como arte, tecnologia, ciências, negócios, entre outras. Na programação, experiências e ideias que nos permitam expandir os horizontes da forma como vivemos hoje, através de novas possibilidades de interações sociais, culturais, ambientais e econômicas.
Fique ligado e participe.
No espírito das ideias que merecem ser espalhadas, o TED criou o programa chamado TEDx. O TEDx é um programa de eventos locais, e organizados de forma independente, que reúne pessoas para dividir uma experiência ao estilo TED.
São Paulo, Curitiba e outras cidades do Brasil já realizaram seu evento, inclusive um TEDxSudeste em 2010.
A primeira edição do TEDxBeloHorizonte acontecerá em 12 de maio de 2012 e reunirá cerca de 12 pensadores e realizadores nacionais e internacionais de áreas de conhecimento diversas, como arte, tecnologia, ciências, negócios, entre outras. Na programação, experiências e ideias que nos permitam expandir os horizontes da forma como vivemos hoje, através de novas possibilidades de interações sociais, culturais, ambientais e econômicas.
Fique ligado e participe.
20 de jan. de 2012
Mídias sociais: não basta estar, é preciso planejar
Em um mundo com imensa disponibilidade de informações, criar estratégias de comunicação é um excelente diferencial para entrar em sintonia com o público-alvo.
As redes sociais entraram definitivamente no cotidiano empresarial e nesse ambiente volátil e competitivo, são infinitas as oportunidades mercadológicas. Assim, a ansiedade e a pressão têm levado muitas empresas a se aventurarem nesse meio de maneira atabalhoada e o planejamento – conceito fundamental para o sucesso de qualquer empreitada – acaba em segundo plano.
Saiba mais.
As redes sociais entraram definitivamente no cotidiano empresarial e nesse ambiente volátil e competitivo, são infinitas as oportunidades mercadológicas. Assim, a ansiedade e a pressão têm levado muitas empresas a se aventurarem nesse meio de maneira atabalhoada e o planejamento – conceito fundamental para o sucesso de qualquer empreitada – acaba em segundo plano.
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10 de jan. de 2012
Ao desenvolver competências, TCC pode dar um impulso na carreira
Fonte: Infomoney
SÃO PAULO – O mercado de trabalho está, sim, cada vez mais competitivo. Profissionais com experiência, com cursos de especialização, MBAs, línguas, vivência internacional, trabalho voluntário, mestrado profissionalizante... Percebe-se, então, que a carreira deve começar o mais cedo possível e, por que não ainda na faculdade, desenvolvendo um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) que pode diferenciá-lo lá na frente?
De acordo com o diretor-geral da Trabalhando.com, Renato Grinberg, o TCC pode ajudar de diferentes formas, mas é mais interessante desenvolver um tema que tenha aplicabilidade no mundo profissional. A professora doutora da PUC-SP, Nena Gerusa Cei, também recomenda que o tema escolhido “esteja adequado ao ramo que se pretende trabalhar”.
Mas, na prática, como esse trabalho, normalmente feito no último ano da faculdade, pode ajudar o profissional? Grinberg explica que o TCC permite que o estudante desenvolva diversas competências. “No TCC a pessoa trabalha com diversos fatores, como o trabalho em grupo, a pesquisa, o dead line, o trabalho sob pressão”, diz Grinberg, ressaltando que são elementos valorizados por todas as empresas.
O diferencial
Essas competências serão um diferencial, sobretudo para aqueles que não têm experiência profissional. Tendo se dedicado ao TCC o estudante consegue falar em uma entrevista de emprego sobre as competências que desenvolveu durante o projeto, os desafios que enfrentou e como lidou com eles, e o que aprendeu com o tema.
Para os que já estão no mercado de trabalho, o aproveitamento pode ser ainda maior. Grinberg sugere que o tema do TCC seja baseado em algum problema da área de atuação, no sentido de encontrar uma resposta ou solução. “É interessante optar por um estudo de caso concreto, que ele queira solucionar”, concorda Nena.
Mas não esqueça que o assunto do TCC deve ser atraente para o aluno. “É muito difícil fazer um bom trabalho se o estudante não tiver interesse no assunto”, observa Nena. Outra recomendação é apresentar a ideia que pretende desenvolver para algum profissional com mais experiência, como o gestor da sua área, por exemplo. Ele pode, inclusive, mostrar um caminho que você não havia pensado, algo ainda mais interessante.
Nena ainda ressalta que o TCC ajuda os estudantes a se aprofundar em um determinado assunto, e é exatamente por isso que se deve escolher um tema relacionado a sua área de atuação. Na prática, se um aluno de administração que optou por seguir na área de supply chain, ao desenvolver um TCC baseado em uma questão desse segmento, estará complementando sua formação.
Dependendo do estudo de caso e dos resultados, a própria empresa pode querer utilizar a pesquisa. Caso tenha descoberto algum padrão interessante no comportamento dos consumidores, e isso de alguma forma possa influenciar uma ação de marketing, as empresas podem valorizar a produção do aluno.
Na maioria das áreas essa lógica se aplica. É possível discutir no TCC a parte tributária da empresa em que atua, ou mesmo a criação de um pequeno negócio, e, de fato, criá-lo. Porém, para qualquer caso, é importante, antes de escolher o tema, se certificar que terá acesso aos dados que pretende manipular, sejam informações específicas, fontes que possa falar sobre o tema, dados ou documentos.
Grinberg finaliza afirmando que os estudantes não precisam ficar tão preocupados com um tema absolutamente genial ou que se propõe a solucionar uma questão de um milhão de dólares. O mais importante serão as competências desenvolvidas ao longo da pesquisa, que são aplicáveis a qualquer tipo de emprego e valorizadas por todos empregadores. O empenho, a dedicação, a pesquisa, a busca por dados e o trabalho em equipe, por exemplo.
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