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6 de dez. de 2012
Amazon lança site em português
A Amazon.com, gigante varejista on-line norte-americana, colocou no ar, na madrugada desta quinta-feira (6), a versão em português de seu site (acesse aqui: www.amazon.com.br). A partir das próximas semanas, a companhia começará a vender no Brasil o leitor de livros eletrônicos Kindle, por R$ 300.
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26 de jul. de 2012
O concorrente brasileiro do Kindle
A maior fabricante de computadores do Brasil lança o Alfa, um e-book para revolucionar o mercado editorial no País. Mas essa não é a única novidade. Ela vai também fabricar tevês, celulares e tablets.
Saiba mais.
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6 de fev. de 2012
Nova turma de Projetos Editoriais Impressos e Multimídia
No dia 09/03/2012 (sexta-feira), começam as aulas da nova
turma do curso de pós-graduação em Projetos Editoriais Impressos e Multimídia
no Centro Universitário UNA.
São 6 (seis) anos consecutivos formando
especialistas no assunto. Este ano estamos com várias novidades no curso.
Disciplinas mercadológicas, com aplicações de competência no mercado de
trabalho, temas atuais como mídias sociais, direito autoral, entre outras
novidades.
É possível fazer uma degustação ou complementar seu
conhecimento se inscrevendo
em matérias isoladas.
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3 de fev. de 2012
Está em discussão o anteprojeto de lei (APL) que propõe mudanças na Lei de Direitos Autorais
Segundo o Ecad - Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, Direito Autoral é um conjunto de prerrogativas conferidas por lei à pessoa física ou jurídica criadora da obra intelectual, para que ela possa gozar dos benefícios morais e intelectuais resultantes da exploração de suas criações. O Direito Autoral está regulamentado por um conjunto de normas jurídicas que visa proteger as relações entre o criador e a utilização de obras artísticas, literárias ou científicas, tais como textos, livros, pinturas, esculturas, músicas, ilustrações, projetos de arquitetura, gravuras, fotografias e etc.
Segundo o MinC, o anteprojeto de lei de Modernização da Lei de Direito Autoral (LDA), revisto na gestão da ministra da Cultura, Ana de Hollanda, encontra-se atualmente na Casa Civil da Presidência da República, depois de ter passado pelo crivo do Grupo Interministerial da Propriedade Intelectual (GIPI).
O anteprojeto (APL) foi encaminhado à Casa Civil no dia 31 de outubro e uma vez cumprida essa etapa, o documento deverá ser direcionado ao Congresso Nacional.
Durante a discussão técnica no âmbito governamental, os principais pontos abordados são: a) formas, critérios e mecanismos a serem implantados para a supervisão, por parte do MinC, das associações de gestão de direitos autorais; b) unificação do sistema de registro de obras; e c) previsão de um mecanismo extrajudicial para o controle da utilização não autorizada de obras protegidas no meio digital. O APL altera e acresce dispositivos à Lei de Direito Autoral vigente.
Segundo o MinC, o anteprojeto de lei de Modernização da Lei de Direito Autoral (LDA), revisto na gestão da ministra da Cultura, Ana de Hollanda, encontra-se atualmente na Casa Civil da Presidência da República, depois de ter passado pelo crivo do Grupo Interministerial da Propriedade Intelectual (GIPI).
O anteprojeto (APL) foi encaminhado à Casa Civil no dia 31 de outubro e uma vez cumprida essa etapa, o documento deverá ser direcionado ao Congresso Nacional.
Durante a discussão técnica no âmbito governamental, os principais pontos abordados são: a) formas, critérios e mecanismos a serem implantados para a supervisão, por parte do MinC, das associações de gestão de direitos autorais; b) unificação do sistema de registro de obras; e c) previsão de um mecanismo extrajudicial para o controle da utilização não autorizada de obras protegidas no meio digital. O APL altera e acresce dispositivos à Lei de Direito Autoral vigente.
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1 de fev. de 2012
Publicar mais cedo. Publicar frequentemente. E ouvir os seus leitores.
Peter Armstrong lançou o interessante livro Lean Publishing baseado em idéias de novas formas de trabalho e negócio seguindo o conceito Lean (enxuto) aplicada em Startups.
O conceito Lean foi desenvolvido na indústria automobilística japonesa, destacando a Toyota, e expandida para outras área de negócio. O Lean objetiva aumentar a eficiência da produção pela eliminação contínua de desperdícios. Startup é definido como um modelo de empresa jovem, embrionária, recém-criada, ou ainda em fase de constituição, implementação e organização de suas operações (o que é mais comum). Podendo até mesmo sequer ter iniciado a comercialização de seus produtos e serviços. Pode também ser uma empresa totalmente solidificada no mercado que procura um novo modelo de negócio para desenvolver e lançar um novo produto no mercado.
Abaixo estão descritas as principais idéias do autor.
Recentemente a comunidade startup foi energizada por novas idéias sobre como uma startup deve ser feita. Este pensamento originado em idéias de Steve Blank sobre Desenvolvimento de Clientes, explicou em seu livro seminal "The Four Steps to a Epifania". As idéias Steve Blank foram aplicados por Eric Ries para os problemas de criação de startups web 2.0, resultando na idéia do Lean Startup (tradução livre: Startup Enxuta).
Resumidamente, os conceitos de Desenvolvimento de cliente e do Lean Startup envolvem o lançamento do produto extremamente cedo e refazê-lo, reexecutar todas as etapas de criação/elaboração/entrega (iterar), rapidamente em resposta ao feedback dos clientes. Estas iterações seguem o ciclo OODA (observar, orientar, decidir e agir), aplicada em estreita colaboração com clientes conhecidos como "evangelistas precoces" que serão o primeiros a adotar o produto e que evangelizarão aos outros clientes.
Como escrever livros e fazer startups têm tantos paralelos, entender como as idéias de Lean Startup aplicam às Startups ajuda a compreender como o processo Lean Publishing (tradução livre: Publicação Enxuta) aplica-se a escrever e publicar livros.
A idéia é que rapidamente, às vezes mensalmente, semanalmente e até diariamente, executar repetidamente as etapas de escrita/elaboração/publicação (iterar) de um livro, gerando várias versões melhoradas.
No entanto, historicamente, tem sido extremamente difícil para iterar em curto período de tempo em se tratando de livros: as publicações são apenas segundas edições e posteriores e as edições são produzidas apenas para livros de sucesso. Tem sido muito difícil fazer iterações continuamente sobre um livro inacabado ou mal sucedido, de forma que as edições dos livros resultantes destas iterações sejam distribuídos para seus leitores.
Lean Publishing é baseado na premissa de que a incapacidade de iterar um livro é um problema histórico superado pelos ebooks e a tecnologia atual.
Ao publicar cedo você expõe suas idéias. Se ninguém se importa com elas você descobre isso o mais rápido possível, poupando-se do esforço adicional em continuar em uma direção equivocada, o que que seria desperdício. Na comunidade Startup esta idéia é chamada de "falhe rápido".
Além disso, por meio da publicação, muitas vezes você constrói uma autêntica comunidade, com seus leitores se sentindo conectados ao desenvolvimento do livro, como parte dele.
A construção de uma comunidade de leitores é essencial e não apenas para fins de marketing. Mais importante, você pode ouvi-los. Você pode pedir orientação se você não tem certeza sobre decisões importantes. Além disso, se você está escrevendo um livro de não-ficção por exemplo, isto o ajuda a ter os primeiros leitores, uma vez que o ajuda a definir o tom da publicação. Se você está simplificando demais os leitores vão dizer. Se suas explicações são incompreensíveis, os leitores vão dizer.
Estas idéias utilizadas por Peter Armstrong nos faz repensar a forma como fazemos alguns negócios na área editorial. Um idéia relacionada a aplicação do conceito Lean conjulgado com o desenvolvimento de clientes e com o uso de redes sociais, ebooks, blogs e toda a miríade tecnológica que visa aprimorar e escalar a publicação em um novo contexto.
O conceito Lean foi desenvolvido na indústria automobilística japonesa, destacando a Toyota, e expandida para outras área de negócio. O Lean objetiva aumentar a eficiência da produção pela eliminação contínua de desperdícios. Startup é definido como um modelo de empresa jovem, embrionária, recém-criada, ou ainda em fase de constituição, implementação e organização de suas operações (o que é mais comum). Podendo até mesmo sequer ter iniciado a comercialização de seus produtos e serviços. Pode também ser uma empresa totalmente solidificada no mercado que procura um novo modelo de negócio para desenvolver e lançar um novo produto no mercado.
Abaixo estão descritas as principais idéias do autor.
Recentemente a comunidade startup foi energizada por novas idéias sobre como uma startup deve ser feita. Este pensamento originado em idéias de Steve Blank sobre Desenvolvimento de Clientes, explicou em seu livro seminal "The Four Steps to a Epifania". As idéias Steve Blank foram aplicados por Eric Ries para os problemas de criação de startups web 2.0, resultando na idéia do Lean Startup (tradução livre: Startup Enxuta).
Resumidamente, os conceitos de Desenvolvimento de cliente e do Lean Startup envolvem o lançamento do produto extremamente cedo e refazê-lo, reexecutar todas as etapas de criação/elaboração/entrega (iterar), rapidamente em resposta ao feedback dos clientes. Estas iterações seguem o ciclo OODA (observar, orientar, decidir e agir), aplicada em estreita colaboração com clientes conhecidos como "evangelistas precoces" que serão o primeiros a adotar o produto e que evangelizarão aos outros clientes.
Como escrever livros e fazer startups têm tantos paralelos, entender como as idéias de Lean Startup aplicam às Startups ajuda a compreender como o processo Lean Publishing (tradução livre: Publicação Enxuta) aplica-se a escrever e publicar livros.
A idéia é que rapidamente, às vezes mensalmente, semanalmente e até diariamente, executar repetidamente as etapas de escrita/elaboração/publicação (iterar) de um livro, gerando várias versões melhoradas.
No entanto, historicamente, tem sido extremamente difícil para iterar em curto período de tempo em se tratando de livros: as publicações são apenas segundas edições e posteriores e as edições são produzidas apenas para livros de sucesso. Tem sido muito difícil fazer iterações continuamente sobre um livro inacabado ou mal sucedido, de forma que as edições dos livros resultantes destas iterações sejam distribuídos para seus leitores.
Lean Publishing é baseado na premissa de que a incapacidade de iterar um livro é um problema histórico superado pelos ebooks e a tecnologia atual.
Ao publicar cedo você expõe suas idéias. Se ninguém se importa com elas você descobre isso o mais rápido possível, poupando-se do esforço adicional em continuar em uma direção equivocada, o que que seria desperdício. Na comunidade Startup esta idéia é chamada de "falhe rápido".
Além disso, por meio da publicação, muitas vezes você constrói uma autêntica comunidade, com seus leitores se sentindo conectados ao desenvolvimento do livro, como parte dele.
A construção de uma comunidade de leitores é essencial e não apenas para fins de marketing. Mais importante, você pode ouvi-los. Você pode pedir orientação se você não tem certeza sobre decisões importantes. Além disso, se você está escrevendo um livro de não-ficção por exemplo, isto o ajuda a ter os primeiros leitores, uma vez que o ajuda a definir o tom da publicação. Se você está simplificando demais os leitores vão dizer. Se suas explicações são incompreensíveis, os leitores vão dizer.
Estas idéias utilizadas por Peter Armstrong nos faz repensar a forma como fazemos alguns negócios na área editorial. Um idéia relacionada a aplicação do conceito Lean conjulgado com o desenvolvimento de clientes e com o uso de redes sociais, ebooks, blogs e toda a miríade tecnológica que visa aprimorar e escalar a publicação em um novo contexto.
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27 de nov. de 2011
Como definir um livro para publicar
Publicado originalmente em Administradores
Esta é a mais importante decisão estratégica de uma editora. As editoras são segmentadas por linhas editorias, como Romances, Negócios, Autoajuda, Medicina, Infantis, Universitários, Esotéricos, Religiosos, entre muitas outras.
Dentro dessa segmentação, há ainda algumas subclassificações, como, por exemplo, Universitários, que podem ser livros de Economia e Administração ou Engenharia. Religiosos que podem se subdividir em católicos, evangélicos, espíritas, entre outros.
As editoras buscam prioritariamente publicar textos para suas linhas editoriais específicas. Algumas editoras investem em diversas linhas editorias, e sempre compatíveis com um público-alvo que se objetiva atingir.
Na M.Books, por exemplo, publicamos Marketing, Recursos Humanos, com um foco em Liderança e Emprego, Nutrição e Saúde, e alguns livros de Guerras e Batalhas. Todas essas linhas dentro de um foco muito estreito, privilegiando temas inovadores e importantes ou autores reconhecidos nacional ou internacionalmente.
Neste momento, para verem seus livros publicados, há uma exigência grande para que os autores tenham currículos muito bons e compatíveis com os temas sobre os quais escrevem.
O sistema de captação dos originais para avaliação e publicação varia de editora para editora. Quanto às traduções são textos publicados por editoras internacionais que editoras brasileiras contratam para publicação em português para o mercado do Brasil e, em alguns casos, para o mercado de Portugal e dos países de língua portuguesa.
Normalmente, as editoras trabalham com um planejamento editorial com doze meses de antecedência, ou seja, o projeto editorial deve ter livros comprometidos e contratados para doze meses de publicações.
Muitas vezes, ocorre de aparecer alguns textos novos que são considerados importantes ou estratégicos, que são encaixados na programação, e publicados normalmente.
Algumas editoras, mesmo tendo linhas editoriais definidas, muitas vezes, publicam por conveniência própria livros de outras áreas.
Ultimamente, isso tem se reduzido sobretudo em virtude do momento pelo qual passa o mercado de livros, levando-se em consideração o advento do e-book.
Não são tempos para se correr riscos.
Outro dado atual é a redução da publicação mensal de livros.
Um amigo de outra editora, que publica quinze livros por mês, confessou que irá reduzir para dez no próximo ano. Irá reestruturar internamente, investir forte em marketing e distribuição, e trabalhar com novos números e objetivos. Sugeri a ele que invista forte no gerenciamento de caixa e na rotatividade do estoque.
Estamos vivendo um tempo em que é preciso gerenciar o negócio com os olhos voltados para a janela, para acompanhar o mercado, mas com uma visão estratégica voltada para dentro da empresa.
Em tempos de mudanças, muitas das soluções podem ser encontradas no gerenciamento operacional e interno.
Esta é a mais importante decisão estratégica de uma editora. As editoras são segmentadas por linhas editorias, como Romances, Negócios, Autoajuda, Medicina, Infantis, Universitários, Esotéricos, Religiosos, entre muitas outras.
Dentro dessa segmentação, há ainda algumas subclassificações, como, por exemplo, Universitários, que podem ser livros de Economia e Administração ou Engenharia. Religiosos que podem se subdividir em católicos, evangélicos, espíritas, entre outros.
As editoras buscam prioritariamente publicar textos para suas linhas editoriais específicas. Algumas editoras investem em diversas linhas editorias, e sempre compatíveis com um público-alvo que se objetiva atingir.
Na M.Books, por exemplo, publicamos Marketing, Recursos Humanos, com um foco em Liderança e Emprego, Nutrição e Saúde, e alguns livros de Guerras e Batalhas. Todas essas linhas dentro de um foco muito estreito, privilegiando temas inovadores e importantes ou autores reconhecidos nacional ou internacionalmente.
Neste momento, para verem seus livros publicados, há uma exigência grande para que os autores tenham currículos muito bons e compatíveis com os temas sobre os quais escrevem.
O sistema de captação dos originais para avaliação e publicação varia de editora para editora. Quanto às traduções são textos publicados por editoras internacionais que editoras brasileiras contratam para publicação em português para o mercado do Brasil e, em alguns casos, para o mercado de Portugal e dos países de língua portuguesa.
Normalmente, as editoras trabalham com um planejamento editorial com doze meses de antecedência, ou seja, o projeto editorial deve ter livros comprometidos e contratados para doze meses de publicações.
Muitas vezes, ocorre de aparecer alguns textos novos que são considerados importantes ou estratégicos, que são encaixados na programação, e publicados normalmente.
Algumas editoras, mesmo tendo linhas editoriais definidas, muitas vezes, publicam por conveniência própria livros de outras áreas.
Ultimamente, isso tem se reduzido sobretudo em virtude do momento pelo qual passa o mercado de livros, levando-se em consideração o advento do e-book.
Não são tempos para se correr riscos.
Outro dado atual é a redução da publicação mensal de livros.
Um amigo de outra editora, que publica quinze livros por mês, confessou que irá reduzir para dez no próximo ano. Irá reestruturar internamente, investir forte em marketing e distribuição, e trabalhar com novos números e objetivos. Sugeri a ele que invista forte no gerenciamento de caixa e na rotatividade do estoque.
Estamos vivendo um tempo em que é preciso gerenciar o negócio com os olhos voltados para a janela, para acompanhar o mercado, mas com uma visão estratégica voltada para dentro da empresa.
Em tempos de mudanças, muitas das soluções podem ser encontradas no gerenciamento operacional e interno.
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11 de nov. de 2011
Ministério da Cultura encomenda estudo que cria referências para preços de serviços no setor
Pela primeira vez, profissionais da área cultural terão indicadores nacionais de preços, pesquisados segundo parâmetros e técnicas de mercado, de acordo com estudo encomendado pelo Ministério da Cultura (MinC) ao Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE).
O levantamento traz valores de serviços e mão de obra em todas as regiões do Brasil e servirá de ferramenta de aperfeiçoamento dos processos da Lei Rouanet. Hoje, avaliadores de projetos culturais realizam as análises com base no bom senso, sem nenhum critério objetivo.
O estudo teve como base seis capitais brasileiras: Belém, Recife, Brasília, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, e analisou 255 itens, entre eles preços de hospedagem, locação de veículos e espaços, frete e alimentação, mão de obra de cinegrafistas, coreógrafos, diretores e técnicos em variados segmentos.
Notícia originalmente postada em Nós da Comunicação.
O levantamento traz valores de serviços e mão de obra em todas as regiões do Brasil e servirá de ferramenta de aperfeiçoamento dos processos da Lei Rouanet. Hoje, avaliadores de projetos culturais realizam as análises com base no bom senso, sem nenhum critério objetivo.
O estudo teve como base seis capitais brasileiras: Belém, Recife, Brasília, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, e analisou 255 itens, entre eles preços de hospedagem, locação de veículos e espaços, frete e alimentação, mão de obra de cinegrafistas, coreógrafos, diretores e técnicos em variados segmentos.
Notícia originalmente postada em Nós da Comunicação.
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1 de nov. de 2011
Congresso Internacional Daisy – Livro Digital, Inclusão e Mercado: novas perspectivas para produção
Inscrições: http://www.inscricaofacil.com.br/congressos/livrodigital11
Horário: das 8h às 18h
Organização: Fundação Dorina Nowill para Cegos e Consórcio Daisy Latino
Telefone: (11) 5087-0981
E-mail: eventos@fundacaodorina.org.br
Local: Hotel Meliá Jardim Europa
Endereço: Rua João Cachoeira, 107 – Itaim Bibi
Valor: R$ 310,00 para inst. sem fins lucrativos ligadas à deficiência
R$ 510,00 para editoras, empresas privadas e outros participantes
O formato Daisy é uma ferramenta de leitura digital que permite à pessoa cega ou com visão subnormal acesso à leitura de forma rápida e estruturada. O usuário pode visualizar o conteúdo do texto em vários níveis de ampliação e ouvir a sua gravação em voz sintetizada de forma simultânea. A ferramenta possui mecanismos de busca por palavras, notas de rodapé opcional, marcadores de texto, soletração, leitura integral de abreviaturas e de siglas, além de emitir a pronúncia correta de palavras estrangeiras. O formato Daisy destaca-se pela possibilidade de que todas as pessoas – com e sem deficiência – acessem os conteúdos.
O Congresso Internacional Daisy será uma oportunidade de apresentar o pioneirismo do Brasil com relação à produção de livros Daisy, lá os participantes receberão em primeira mão informações sobre a convergência do formato DAISY e EPUB. Esta unificação simplifica os métodos de produção de livros digitais e possibilita um ganho em acessibilidade, que se traduz na ampliação do mercado editorial para mais pessoas.
Além disso, recentemente o DAISY foi adotado pelo Ministério da Educação como um dos formatos para livros aprovados no PNBE – Programa Nacional de Biblioteca na Escola e PNLD – Programa Nacional do Livro Didático.
Horário: das 8h às 18h
Organização: Fundação Dorina Nowill para Cegos e Consórcio Daisy Latino
Telefone: (11) 5087-0981
E-mail: eventos@fundacaodorina.org.br
Local: Hotel Meliá Jardim Europa
Endereço: Rua João Cachoeira, 107 – Itaim Bibi
Valor: R$ 310,00 para inst. sem fins lucrativos ligadas à deficiência
R$ 510,00 para editoras, empresas privadas e outros participantes
O formato Daisy é uma ferramenta de leitura digital que permite à pessoa cega ou com visão subnormal acesso à leitura de forma rápida e estruturada. O usuário pode visualizar o conteúdo do texto em vários níveis de ampliação e ouvir a sua gravação em voz sintetizada de forma simultânea. A ferramenta possui mecanismos de busca por palavras, notas de rodapé opcional, marcadores de texto, soletração, leitura integral de abreviaturas e de siglas, além de emitir a pronúncia correta de palavras estrangeiras. O formato Daisy destaca-se pela possibilidade de que todas as pessoas – com e sem deficiência – acessem os conteúdos.
O Congresso Internacional Daisy será uma oportunidade de apresentar o pioneirismo do Brasil com relação à produção de livros Daisy, lá os participantes receberão em primeira mão informações sobre a convergência do formato DAISY e EPUB. Esta unificação simplifica os métodos de produção de livros digitais e possibilita um ganho em acessibilidade, que se traduz na ampliação do mercado editorial para mais pessoas.
Além disso, recentemente o DAISY foi adotado pelo Ministério da Educação como um dos formatos para livros aprovados no PNBE – Programa Nacional de Biblioteca na Escola e PNLD – Programa Nacional do Livro Didático.
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27 de ago. de 2011
Brasileiro já compra mais livros
Publicado originalmente no Livros só mudam as pessoas
O brasileiro está lendo e comprando mais livros. A afirmação é feita com base no estudo “Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro”, realizada pela Fipe/USP (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo), sob encomenda da CBL (Câmara Brasileira do Livro) e do SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros).
No ano passado, o preço médio do livro vendido no país apresentou queda de 4,91%. Em 2009, o valor médio era de R$ 13,61 e, em 2010, passou para R$ 12,94. A venda de livros também teve bons resultados. Passaram de 387.149.234, em 2009, para 437.945.286, no ano passado, alta de 13%.
A avaliação do mercado editorial é que o livro se transforma em um produto de consumo no Brasil. “Há uma relação direta entre poder aquisitivo e compra de livros. A população também já passou a consumir livros”, diz o professor do departamento de jornalismo e editoração da ECA/USP e diretor-presidente da Edusp (Editora da Universidade de São Paulo), Plínio Martins Filho.
O BOM DIA fez um levantamento na Capital e no Interior que mostra o aumento de sócios e acervo nas bibliotecas municipais neste ano (veja acima todos os dados).
Nova classe média
A presidente da CBL, Karine Pansa, afirma que o crescimento da classe média também ajudou o setor. “Essas pessoas agora têm uma folga orçamentária que permite consumir livros. A sociedade também está mais preocupada com a educação, que é parâmetro para ascensão social. Tudo isso força o mercado a produzir mais e o preço unitário tende a cair”, comenta.
Houve um crescimento de 8,12% no faturamento do setor editorial no ano passado, que ficou na casa dos R$ 4,5 bilhões. Para o setor o resultado foi bom, mas a CBL considera que pode crescer muito mais. O crescimento real em faturamento ficou na ordem de 2,63%, quando considerada a variação de 5,35% do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) dos livros em 2010.
Karine cita o último levantamento da CBL, de 2008, sobre a média de livros lidos. No Brasil, ela é apenas de 1,3 livro por ano, enquanto na Colômbia, 4, e na França, 7. “É um potencial muito grande para crescer, já que o Brasil tem 190 milhões de pessoas”, diz.
Setores
A concentração maior de venda de livros no país está em livros didáticos e religiosos, que somam 56,02%. Plínio afirma que o governo hoje é o maior cliente do mercado editorial e os religiosos sempre foram muito bem de venda.
Mas ele opina que já há crescimento em todos os setores. Ele conta a história das editoras acadêmicas, antes conhecidas como “chapa branca” por supostamente só publicarem livros para engordar currículos de professores. “Há dois anos esse nicho chegou a 35 mil livros publicados”, comenta.
O Brasil tem cerca de 750 editoras ativas. Boa parte (231) são pequenas.
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5 de ago. de 2011
Perfil da leitura no Brasil beneficia o Estado
Editoras encontram cenário favorável graças ao aumento da renda e ao maior acesso das pessoas às universidades
A medição do consumo de livros e publicações no País, que começou nesse ano a ser realizada pelo Ibope, revela que serão gastos pelos brasileiros R$ 7,18 bilhões em 2011 nesse tipo de produto. Desse total, 57,9% serão movimentados na região Sudeste e 15,28% no Sul. Para os editores gaúchos, no entanto, o fato de o Rio Grande do Sul não estar no topo da lista é apenas um detalhe – ainda que o consumo chegue, conforme a Câmara Rio-grandense do Livro, a cinco livros per capita ao ano, superior à média nacional de 1,3. Isso porque há muito tempo o mercado editorial do Estado entrega literatura a todo o Brasil.
O aumento da renda e o acesso às universidades são fatores que têm favorecido a venda de todo tipo de publicação, de ficcionais a acadêmicas, todas elas encontradas nas editoras sul-rio-grandenses. Empresas já consolidadas e as criadas há pouco tempo são igualmente contempladas. “Nunca trabalhamos para o mercado gaúcho e talvez esse seja o nosso segredo há 36 anos”, avalia o editor da L&PM, Ivan Pinheiro Machado. O Estado representa menos de 10% de suas vendas – enquanto São Paulo responde por 50% -, o que faria, conforme ele, a editora ser 12 vezes menor caso se concentrasse somente nessa região.
A coleção de bolso L&PM Pocket foi a responsável por mostrar a empresa ao País, que atualmente é a única editora que abrange todo o território nacional. “Mostramos ao Brasil que é possível um livro da melhor qualidade, do aspecto editorial e industrial, que custa 40% de um livro convencional”, comenta. Ele comemora o fim do preconceito com os livros de bolso ao ver as pequenas publicações da L&PM sendo vendidas em locais como as bancas de revista da avenida Paulista, coração de São Paulo.
A Arquipélago, com apenas cinco anos de existência, vê o mercado com a mesma abrangência. O editor Tito Montenegro considera que é um bom momento para investir na leitura em todo o território nacional, item considerado, na sua visão, cada dia menos supérfluo pela população. Com somente 18% do mercado concentrado no Rio Grande do Sul, a empresa espera um crescimento de 20% das vendas em 2011, sobretudo por meio da loja virtual. “A compra pela internet é a maneira de o mercado suprir uma carência, porque menos da metade dos municípios brasileiros tem livrarias e se tem são muito restritas”, afirma Montenegro.
Conforme a presidente do Clube dos Editores, Annete Baldi, o Estado tem tido facilidade em se firmar em todos os âmbitos. “Temos as pequenas editoras, que buscam mercado principalmente fora do eixo Rio-São Paulo, e a persistência das médias ao longo de anos”, expõe. Segundo ela, nos últimos cinco anos o setor editorial gaúcho tem se mostrado em visível crescimento, com o aumento no número de editoras, a exemplo de três novos sócios no Clube no último ano, e da fusão de outras, como o próprio Grupo A, que hoje abrange seis selos. Além disso, os novos editores têm se preocupado mais com a distribuição. A ânsia por ampliar o mercado, conforme ela, tem feito o cruzamento de fronteiras cada vez mais natural.
Publicações especializadas têm seu nicho de mercado garantido
Livros para públicos segmentados também encontram espaço entre a escolha dos leitores, sobretudo devido ao acesso às universidades. É o caso do Grupo A, que publica livros das áreas técnica, científica e profissional. Com um eixo de vendas em São Paulo e Rio de Janeiro e mais de 300 títulos lançados por ano, a empresa vem procurando diversificar os produtos para atender a uma nova leva de pessoas em busca de qualificação profissional. “Vemos um aumento em função dos investimentos em educação no Brasil como um todo”, analisa o diretor de Marketing, Michael Menta. Além de impressos, o grupo corre atrás de atender a demanda por novas tecnologias, com e-books e outros aplicativos.
A Zouk também comemora o crescimento de 15% ao ano graças a regiões como o Sudeste e o Nordeste. O Sul representa somente 22%. O editor da Zouk, Alexandre Dias Ramos, no entanto, teme que o público acadêmico não tenha crescido, e sim que tenha sido criado não mais que um “subpúblico”, que baseia o conhecimento na internet e em fotocópias. Por isso, a editora prefere continuar apostando e intensificando a segmentação, com livros acadêmicos nas áreas das artes e da sociologia, com a divulgação no boca a boca da publicação em pequenas quantidades por ano, entre 12 e 14 novos títulos.
Esse artigo foi originalmente publicado pelo blog Livros só mudam as pessoas.
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