18 de mai. de 2012

Ciclo de Palestras - Minas Design

Muitos estudiosos, pesquisadores, formadores de opinião no mundo inteiro estão considerando a informação o principal atributo do século XXI, assim como a tecnologia foi no século XX.
O mundo evolui de forma extremamente rápida, e uma das causas principais deste fenômeno é o volume de informações inserido nos vários veículos de comunicação a cada segundo.
De forma geral, acredita-se que uma boa prática de gestão do conhecimento influencia direta e indiretamente o bom desempenho corporativo e financeiro das organizações.
Compreendendo a importância de qualificação profissional e de atualização mercadológica, com o fornecimento de novas informações e conhecimentos, a Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg), por meio do Centro Minas Design (CMD), o Sebrae-MG e a Templuz criam o Ciclo de Palestra, dando continuidade na iniciativa de fomento aos profissionais mineiros, que vai contar com palestras e workshops com diversos profissionais renomados.

4 de mai. de 2012

Invista em mídia social para melhorar os resultados das vendas

Postado originalmente em Webinsider

O estudo elaborado pelo Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado mostra que é uma boa vantagem estratégica ter um projeto de comunicação no meio virtual.

De acordo com a pesquisa aplicada pelo Ibramerc (Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado), na terceira semana de abril, depois de adotadas as redes sociais, as empresas (B2C) detectaram melhora nos resultados das vendas. Isso foi apontado por 41% dos entrevistados, sendo que deste universo 9% consideram o aumento significativo. O questionário foi respondido por mais de 400 gerentes e diretores dos segmentos B2B e B2C traçando um panorama geral das duas partes.

Segundo a pesquisa, os profissionais da área de marketing e vendas têm adotado as mídias sociais como ferramenta de apoio às ações de divulgação de produtos, serviços e ampliação dos efeitos de seus projetos de marketing.

De acordo com a análise, 93% dos líderes do segmento B2C afirmaram utilizar as mídias sociais como utensílio de apoio aos negócios. Já no segmento B2B, o número foi pouco menor, entretanto, também representou a maior parte com 84%.

Dentro dos dois universos a área responsável pelo monitoramento e atualização destas mídias é, em sua maioria, o marketing. De acordo com Henrique Gasperoni, diretor de projetos e operações do Ibramerc, isso acontece porque a ferramenta é usada como meio de interação com os clientes.

“Por ser utilizada como ligação entre empresa e cliente ou empresa e empresa, as estratégias de comunicação provem do marketing, pois são táticas de vendas e divulgação.”

3 de mai. de 2012

Bienal do Livro Minas

A Bienal do Livro Minas é um programa cultural e divertido para pessoas de todas as idades.
Durante os dez dias do evento, os visitantes terão a oportunidade de encontrar seus autores preferidos, participar de sessões de bate-papos e debates sobre diversos temas com autores, jornalistas e personalidades.
As crianças também têm seu espaço garantido. Um conjunto de atividades lúdicas, irão encantar os pequenos visitantes com o fantástico mundo do livro, mostrando o quanto a leitura é divertida e prazerosa.


Bienal do Livro de Minas
18 a 27 de maio de 2012

Horário
Dia 18 de maio: das 12h às 22h
Dias de semana

23 de abr. de 2012

Crianças e adolescentes estão lendo menos, indica pesquisa

Originalmente postado em G1

Média de livros lidos por ano caiu nas faixas etárias de 5 a 17 anos.
Instituto divulga, nesta quarta, a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil.

Crianças e adolescentes estão lendo menos livros, segundo pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que a Fundação Pró-Livro vai publicar na tarde desta quarta-feira (28), elaborada em parceria com o Ibope Inteligência. De acordo com dados antecipados com exclusividade para o G1, o estudo do mercado dedicado a conhecer o perfil do leitor brasileiro apontou queda no índice de leitura em todas as faixas etárias de crianças e adolescentes.

Na primeira faixa etária, a das crianças (de 5 aos 10 anos), a média registrada foi de 5,4 livros por criança. Em 2007, porém, a mesma marca era de 6,9 livros por leitores desta faixa etária. Entre os pré-adolescentes (11 a 13 anos), o índice caiu de 8,5 livros em 2007 para 6,9 livros em 2011. Entre os adolescentes (14 a 17 anos), a média também caiu de 6,6 livros para 5,9 livros na pesquisa divulgada nesta quarta-feira (veja gráfico ao lado). “Esperamos que os cenários apresentados possam contribuir para a avaliação e a implementação de políticas públicas que melhorem os índices de leitura no Brasil”, destacou a presidente do Instituto Pró-Livro, Karine Pansa.

Entre as crianças, os livros infantis predominam no gênero preferido com 66%, seguido pelos livros didáticos (47%) e as histórias em quadrinhos (36%). Na faixa dos 11 aos 13 anos, os livros didáticos repetem a marca de 47%, seguidos pelos infantis (34%), quadrinhos (33%) e contos (30%). Na faixa etária de 14 a 17 anos, cresce a influência dos livros didáticos (55%), e aparecem os romances com 41%, contos (30%), livros de poesia (28%) e livros juvenis (26%).
A obrigação de ler o livro por exigência da escola é a maior motivação de crianças e jovens para a leitura, de acordo com a pesquisa. O índice neste item começa em 79% para crianças de 5 a 10 anos, e cai um pouco para 72% na faixa dos 11 a 13 anos, e para 70% dos 14 aos 17 anos.
O índice de leitura por prazer, gosto ou necessidade espontânea vai de 40% a 47% entre as crianças e jovens ouvidos na pesquisa.
A pesquisa mostra ainda que a Bíblia é um gênero muito presente na leitura de crianças e jovens, com média de 24% nas faixas etárias dos mais novos e na dos mais velhos.

Hoje, só não publica livros quem não quer

Postado originalmente na Folha

Há algumas semanas, postei aqui um texto sobre o livro “A Geração Superficial”, de Nicholas Carr, que fala da crescente dificuldade das gerações “conectadas” em se concentrar para ler um livro (e a decisão do Pulitzer, anunciada ontem, de não premiar ninguém na categoria “ficção” parece corroborar o estado sofrível da literatura).

Ao mesmo tempo, estou animado com as notícias sobre o aumento no número de livros publicados de forma independente.

A autopublicação é uma realidade. Seja em tablets ou em tiragens físicas pequenas ou sob encomenda, cada vez mais gente tem dispensado as editoras e publicado seus próprios livros.

Claro que livros independentes sempre existiram. Isso não é novidade. Mas a quantidade impressiona. Tenho em casa pelo menos 15 livros que recebi de leitores, todos publicados pelos próprios autores ou por editoras pequenas.

E são livros dos mais variados.

Tem desde a poesia de Maurício Macedo, com “Lume” (Editora 7 Letras), a um estudo de Igor Garcia de Castro sobre gravadoras independentes brasileiras, chamado “Lado B” (Editora Anna Blume).

Recebi também “Mercado de Pulgas”, coletânea de Renato Alessandro dos Santos com textos sobre cinema, shows (Radiohead, Paul Di’Anno) e entrevistas bacanas com gente como Lourenço Mutarelli e Ignacio de Loyola Brandão.

Por coincidência, meu amigo Álvaro Pereira Jr. fez uma coluna na “Ilustrada” sobre o livro “Memórias Não Póstumas de um Punk” (Editora Multifoco), de Larry Antha, que conta a história da banda carioca Sex Noise (leia coluna do Álvaro aqui). Vou encomendar correndo.

É um paradoxo: ao mesmo tempo em que a Internet, como diz Nicholas Carr, está encolhendo a capacidade de concentração dos leitores, ela está ajudando escritores a encontrar seu nicho.

Outro dia, um leitor me escreveu pedindo um conselho. Ele estava terminando um livro sobre a conquista do Campeonato Brasileiro por seu time do coração (não, não é o Fluminense) e queria dicas de editoras.

Minha sugestão foi publicar o livro sozinho. Com um tema específico desses, que praticamente só interessará aos torcedores do time, não deve ser difícil fazer uma propaganda direcionada ao público-alvo do livro.  É só distribuir folhetos na entrada dos jogos do time e colocar anúncios em fóruns de torcedores.

Acho que publicar por uma editora tem suas vantagens e desvantagens. Claro que a estrutura de uma editora ajuda a vendagem de qualquer livro.

Por outro lado, há a questão do percentual do autor. Num lançamento por uma editora, o autor recebe, em média, 10% do preço de capa.

Quem publica sozinho tem que assumir o custo da publicação, mas fica com um percentual bem maior (o número final depende do acordo que fizer com as livrarias).

Eu mesmo estou trabalhando em dois livros. Um é um trabalho de não-ficção, um guia, cujo sucesso de vendas vai depender diretamente de uma boa estratégia de distribuição e propaganda.

O outro é um trabalho mais pessoal, com uma expectativa de vendagem bem menor e que, acredito, tem a chance de achar seu público por meio do boca a boca e de comentários na Internet.

O primeiro, vou lançar por uma editora. O segundo, planejo lançar sozinho.

Pode ser que eu me ferre? Claro que pode. Mas não custa tentar.

Uma coisa é certa: hoje, só não publica quem não quer.

9 de abr. de 2012

Cursos de curta duração abordam desenvolvimento de projetos sociais e culturais


Elaboração de projetos culturais e sociais, uso de software específico, captação de recursos e avaliação de projetos são temas dos cursos presenciais de curta duração promovidos pelo Centro de Pesquisa e Capacitação em Programas Sociais, na UFMG.

Confira a programação:  Inscrição e cursos

30 de mar. de 2012

Lançamento do livro "Linhas Cruzadas"


As autoras Maria do Rosário Alves Pereira, professora no curso Projetos Editoriais Impressos e Multimídia, e Maria Inês de Moraes Marreco convidam para o lançamento do livro "Linhas Cruzadas".
O lançamento do livro será na Rua da Bahia, 1466 - Auditório Vivaldi Moreira - Belo Horizonte/MG.